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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Paródias

Veja as paródias feitas coletivamente para o Projeto "Se essa rua fosse minha":

Minha rua melhor
(5º 01)

Nesta rua, nesta rua tem um trânsito
Que está, que está nada legal;
Tem carro, tem moto e tem pessoas
Que estão, que estão agindo mal.

Meu amigos, meus amigos vamos lá!
Atenção! Atenção! Mais consciente!
Evitando, evitando a distração
Pra viver, pra viver bem mais contente.

Se essa rua, se essa rua fosse minha
Eu iria, eu iria cuidar mais.
Com ajuda, com ajuda dos amigos
Mais amor, mais carinho, muita paz.


Eu mandava melhorar
(5º 02)

Nesta rua, nesta rua tem uma escola
Que se chama, que se chama Ribeirão.
As crianças, as crianças entram nela
E começa, e começa a educação.

Quando toca, quando toca o sinal
Muitos carros, muitos carros a passar.
Tem criança, tem criança nesta rua
Que atravessa, que atravessa sem olhar.

Se esta rua, se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava melhorar.
Com respeito, com carinho e atenção
Pra ninguém, pra ninguém se machucar.



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Direitos da Criança

O grupo de alunos do turno matutino (5º ano) fará uma apresentação que tem por tema os direitos da criança. A apresentação é uma adaptação do livro "O duende da ponte"


O duende da ponte
(Texto adaptado do livro “O duende da ponte” de Patricia Rae Wolff, incorporando poemas de alunos baseados nos direitos humanos.)

Personagens:
Duende
Garoto
Amigo
Mãe
Crianças
Declamadores

Ouve-se o despertador.
MÃE:( Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO: Não quero mãe! É chato!
MÂE: Chato é ser burro! Café tá na mesa!
GAROTO: Tá bom!
MÃE: Escovar os dentes! Esqueceu nada?
AMIGO: ( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO: (Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE: Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO: Tá mãe...

Chegando na ponte.

DUENDE: (Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é minha!!!!
GAROTO: Mas eu preciso atravessar a ponte para ir à escola!
DUENDE: Pra que?
GAROTO: Pra ficar inteligente...
DUENDE: Isso não é uma boa razão!
GAROTO: Eu tenho que ir à escola porque minha mãe mandou.
DUENDE: Ah!! ESSA é uma boa razão. (Impedindo os garotos) Epa! Epa! Epa! Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real para atravessá-la!
GAROTO: Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE:Então não pode atravessar...
GAROTO: Não tenho dinheiro,mas tenho uma coisa DOCE!!
DUENDE: Oba! Adoro doces! Se eu gostar, vocês podem atravessar.

Menina declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam cantando.
Tem pessoas que não tem lar,
moram lá na praça.
No céu, a nuvem espia
Esse monte de pessoas
como se fossem jornal.

Pessoa tem que ter um lar,
um chão,
um sapato, roupas,
uma vida,
para no fim do dia
descansar,
com carinho, com alegria
que a vida é o lar das ideias.

(Sem lar, Carla Samira Lopes)

Na volta da aula o duende espera o garoto.

DUENDE: Minha mãe mora debaixo desta ponte também. Ela ouviu o que você falou e disse que você me enganou. Ela disse que o doce tão doce que você prometeu não é o doce de dar água na boca...
O garoto sorri e as crianças passam cantando.

No outro dia... Ouve-se o despertador.

MÃE:( Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO: Não quero mãe! É chato!
MÂE: Chato é ser bocó! Café tá na mesa!
GAROTO: Tá bom!
MÃE: Escovar os dentes! Lembrou da tarefa?
AMIGO: ( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO: (Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE: Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO: Tá mãe...

Chegando na ponte.

DUENDE: (Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é minha!!!!
GAROTO: ( Falando consigo mesmo) De novo, não! ( Alto) Mas eu preciso atravessar a ponte para ir à escola!
DUENDE: Pra que?
GAROTO: Pra ficar inteligente...
DUENDE: Isso não é uma boa razão!
GAROTO: Eu tenho que ir à escola porque minha mãe mandou.
DUENDE: Ah!! ESSA é uma boa razão. (Impedindo os garotos) Parado aí! Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real para atravessá-la!
GAROTO: Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE:Então não pode atravessar... Mas hoje eu é que faço o pedido! Eu quero... Eu quero... O sonho do Seu João!...Ahh... (Fecha os olhos, imaginando)
GAROTO:Ótimo! Esse SONHO é o que todos querem!
Menino declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam cantando.

Tem pessoas
que querem ter casa,
mas não tem dinheiro
para comprar.
No céu, o sol derrete
esse monte de gente
querendo um lugar
para morar.

Gente tem que ter
um lugar
para se proteger,
ficar mais tranquilo e relaxar.
E ao nascer do dia
ficar melhor.

(Quero uma casa, Kauan Ferreira da Silva)

Na volta da aula o duende espera o garoto.

DUENDE: Minha mãe disse que você me enganou de novo . Que a delícia deliciosa desse SONHO não é a delícia de lambuzar os beiços ...
GAROTO: É.. pode ser!
E as crianças passam cantando.

No terceiro dia... Ouve-se o despertador.
MÃE:( Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO: Não quero mãe! É chato!
MÂE: Chato é ser tosco! Café tá na mesa!
GAROTO: Tá bom!
MÃE: Escovar os dentes! E obedece a professora!
AMIGO: ( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO: (Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE: Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO: Tá mãe...

Chegando na ponte.

DUENDE: (Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é minha!!!!
GAROTO: ( Respirando fundo ) Mas-eu-preciso-atravessar-a-ponte-para-ir-à-escola-pra-ficar-inteligente-e-porque- minha -mãe- mandou.
DUENDE: Ah é! Agora me lembro. (Impedindo os garotos) Espere! Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real para atravessá-la!
GAROTO: Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE: E nem mais um doce! Não quero mais nadinha de doces. Quero uma coisa que brilha, é dourada... sacou?!
GAROTO: Ah, sim!... Tanto que você não consegue nem imaginar...
DUENDE: Sério! Vou até me sentir uma estrela!! E você (Olhando com desdém) pode até passar!..

Menina declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam cantando.

Estrelinha, estrelinha
brilha no luar
Roda, roda
sem parar.

A lua começa a brilhar,
brilha a estrela cadente.
Não contem para ninguém.
Ela brilha muito,é a nossa amiga.

A lua se foi,
o sol está vindo...
A lua espera anoitecer.
Anoiteceu.
Fiquei alegre.
Está chegando a hora
de parar a lua.
Já está na hora
de se por o sol.
Não chore!
Depois vai ser a nossa vez.

(Estrelinha Brilhante, Daphine Raíssa dos Santos Moreira)
Na volta da aula o duende espera o garoto.

DUENDE: Minha mãe disse que você me enganou mais uma vez!
GAROTO: Hum!..Talvez...
DUENDE: Sabe o que mais a minha mãe falou?
GAROTO: O quê?
DUENDE: Ela disse que amanhã eu tenho que ir para a escola com você pra ficar mais esperto...
GAROTO:(balançando a cabeça, em pensamento) Ir para a escola todo dia com esse duende horroroso e fedido?! Blahh! Bom, pelo menos não terei que ficar pagando pedágio todos os dias. E vai que ele aprende a tomar banho!...
Menino declama o poema.

Tem gente que não tem escola,
não tem a magia
de ler
escrever.
No céu as estrelas choram
por essas pessoas
sem direção
sem escolha.

Gente tem que saber ler;
ler o livro,
ler o céu,
a receita, o mundo,
o rosto amigo.
Escolher a direção certa
escolher o amor;
ser feliz!

(Gildo José Heerdt)

Todos voltam cantando a música “Direitos e Deveres” de Toquinho.

Textos - Trânsito

A turma do 5º ano vespertino está preparando textos sobre o trânsito para serem gravados em vídeo. Agora estamos na fase de corrigir e adequar os textos e preparando os cenários.

Aqui está um texto que foi trabalhado coletivamente, a partir de um texto escrito por um aluno:

   A lição
    (Ygor Bordião Simião)

    Personagens:
    João
    Júnior

    ATO I
    ( João e Júnior voltando da escola)
  
    JOÃO: Amigo!
    JÚNIOR: O quê?
    JOÃO: Sai do meio da rua!
    JÚNIOR: Você não manda em mim!
    JOÃO: Mas, se você for atropelado!?
    JÚNIOR: Não! Sabe por quê?
    JOÃO: Não sei!...
    JÚNIOR: Porque não tem carro passando por aqui!
    (Um carro passa em alta velocidade e atropela o Júnior)
  
    ATO II
    (Um ano depois, no caminho da escola )
  
    JÚNIOR: Ô, amigo! Foi mal.
    JOÃO: O que foi?
    JÚNIOR:Você tem que me levar para escola, trazer para casa!...
    JOÃO: Não é nada, você precisa de mim porque você quebrou as pernas, lembra?
    JÚNIOR: Sim, mas...
    JOÃO: Mas, não! Eu sou seu amigo! É isso que amigo faz, né!?
    JÚNIOR: Obrigado!
    JOÃO:De nada!

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O Trânsito no Bairro

Decorrente das discussões da Cartilha "Se esta rua fosse minha", os alunos do 5º ano realizaram uma caminhada pelas ruas Francisco Gretter, Ermelina Trentini Menel e Paulo Voltolini. Na caminhada aconteceram orientações de como agir no trânsito, a visualização de situações e dificuldades e o registro fotográfico de aspectos relacionados ao tema.
Em sala de aula, com orientação do professor, foi elaborado um relatório apontando problemas e sugerindo melhorias.
O relatório está sendo encaminhado para o Presidente da APP da EMEF Ribeirão Cavalo ( Sr. Joceli Uliano) , para o Presidente da Associação de Moradores ( Sr. Paulo Sérgio de Oliveira) , para o Vereador Pedro Garcia ( padrinho da UE no Projeto Vereador Mirim) e para o Diretor de Trânsito e Transporte da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul ( Sr. Rogério Luiz Kumlehn )


Obstáculos na "calçada" e acostamento estreito.

Ausência de faixas para pedestres.

Abrigos para usuários do transporte público mal conservados.


Alunos assinando o relatório.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

"Diário de um Guerreiro"

Baseados no livro "Diário de um Guerreiro" de Mariane Eggert de Figueiredo, os alunos do 5ºano produziram textos. Aqui apresentamos dois que foram trabalhados em sala.


História do Nilo

     Faltavam 2 meses para a corrida de Cachorros. Nilo era cachorro e iria participar.
     Estava treinando e foi atravessar a rua. Um cara maluco de carro vinha em disparada. O Nilo não viu e então...
     POF!! Foi atropelado. Ele desmaiou...
     Na Clínica Veterinária, acordou. Então exclamou:
     -Onde estou, onde estou!?
     E seu dono falou:
     -Você está na Clínica.
     -Mas, por quê?- Perguntou Nilo.
     -Você sofreu um acidente. Você está internado para se recuperar...
     -Então não vou fazer a corrida? -Quis saber, Nilo.
     -Não sei!... - Exclamou o seu dono.
     A enfermeira entrou na sala e disse:
     -Eu tenho duas notícias. Uma boa e uma ruim. A ruim é que você vai ter que usar duas rodas. Você teve fraturas nas pernas traseiras, na esquerda e na direita. A boa é que tinha um cachorro que tinha a mesma dificuldade, só que ele morreu. Você pode usar os equipamentos dele. Vai demorar 45 dias para você se recuperar.
     Nilo gritou de felicidade. Ele participaria da corrida com ajuda das rodinhas.
     45 dias depois, NILO SAI DO HOSPITAL TODO ALEGRE E COM AS RODINHAS.
     Um dia depois, Nilo acordou bem cedo para treinar para a corrida, para adaptar-se às duas rodinhas.
     No dia da corrida, todos os participantes já estavam em suas posições. Nilo também.
     1, 2, 3 e Já! Foi dada a largada.
     Nilo estava em segundo. Quase no final da corrida, ultrapassou o oponente e a torcida foi à loucura com a vitória de Nilo.
     Nilo foi para casa com o troféu e ofereceu a vitória a todos que o ajudaram.
     Ficou muito emocionado, e mais atento para atravessar a rua.

FIM

Autor: Bryan Marques Pereira

 
O hamster lutador
(Gabriel da Silva)

     Olá, meu nome é Cássio. Sou um hamster. Tenho um dono chamado Danrlei, há três meses. Moramos num apê, num lugar bem apertadinho. Vou contar a minha história:
     Um dia, o Danrlei deixou minha gaiolinha aberta e eu fugi para conhecer o mundo de perto. Andando pela casa, encontrei um líquido cheiroso. Curioso e com sede, resolvi experimentar. Eu não sabia, mas era veneno.
     O meu querido amigo Danrlei encontrou-me caído e me levou à Clínica Schweitzer.
     Levei mais de 15 injeções.
     Eu só tinha 15% de chance de sobreviver, mas a veterinária Cindy não desistiu.
     Fiquei em recuperação, em uma gaiola, com o outro hamster, Robinho, que também fora envenenado. Ele era corintiano como eu. Nós brincamos em nossas rodinhas... Ficamos amigos.
     A Cindy perguntou para o Danrlei se queria adotar o Robinho. Ele aceitou. Agora eu estou com um amigo novo.
     Tchau! foi legal te conhecer.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Declamações 2013

No dia o6 de agosto os alunos do quinto ano socializaram, em sala, as poesias que ensaiaram. Foram declamadas poesias de Vinícius de Moraes, Carlos Drumond de Andrade, José Paulo Paes, Paulo Leminski, Cecília Meireles, Lalau e Laurabeatriz e populares
Todos os alunos estão de parabéns porque tivemos a participação de todos. Vários alunos fizeram declamações ótimas, mas pudemos escolher apenas alguns para representar as turmas no Concurso de Declamação da escola: Kauan F. da Silva, Alexia B. Moreno, Evelly Carvalho, Paulo da S. Dutra Jr e Cindy Partala.






Agradecemos a Clarice Weider (supervisora), Monique Perez, Maria Pereira (orientadoras), Ernani dos Santos (bibliotecário) e Prof. Luiz David (TICs) que nos prestigiaram no evento.

Estamos torcendo pelos nossos representantes!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Versos

Roseana Murray escreveu uma poesia entitulada "Sem Casa". Os alunos também escreveram alguns versos. Apresentamos alguns:


Sem imaginação

Tem criança que não tem imaginação
que não acredita em Papai Noel...
As estrelas do céu espiam
Esse monte de crianças
sem imaginação,
como se fossem crianças perdidas.

A gente tem que ter
uma imaginação.
Sem imaginação não  há sonho
não há alegria,
para poder brincar
para imaginar a vida
com carinho,com alegria.
Que a imaginação faz parte da infância,
faz parte da vida.

Autora: Ellionai Shayane Machado

  -->
Sem Cuidado
Tem criança sem cuidado
vive triste, ao léu
No céu, as estrelas espiam
esse monte de crianças
tristes
jogadas como papel.


Criança tem que ter
cuidado,
carinho,amor
dos pais, da família
para no fim do dia
''benção mamãe''
''benção papai''
''Deus te abençoe''
''Boa noite''

Evelly Carvalho.


-->
SEM BRINQUEDO

TEM GENTE QUE NÃO TEM BRINQUEDO;
NUNCA BRINCOU COM UM BRINQUEDO.
NA CASA OS PAIS VEEM,
ESSE ÚNICO FILHO ,
NA CASA
COMO SE FOSSE UM BONECO.

CRIANÇA TEM QUE TER BRINQUEDO,
ALGUNS BRINQUEDOS;
UM CARRINHO,
UM BONECO ...
NO OUTRO DIA
BRINCAR COM UM AMIGO
QUE A DIVERSÃO
É O BRINQUEDO DO AMOR.

NATANAEL GONÇALVES FRANÇA


-->
Sem Lar



Tem gente que não tem lar ;
mora na rua; deitada na calçada .
No céu, as estrelas espiam
estas pessoas ;
na rua
Como se fossem lixo.

Gente tem que ter
um lar;
Para brincar
ter amor...
uma família, um amigo.
Para no fim do dia
descansar
com tranquilidade.
Para ser feliz
para sempre

Cindy Partala

-->
Sem amor

Tem gente que não tem amor
não tem paixão.
Do céu, a lua fica triste.
Pelas pessoas sem abraços
Na tristeza, na dor
sem Amor.

Gente tem que te amor.
Amar a vida,
Amor de irmão,
Amor de mãe,
Amor de pai
para o fim do dia ter alguém
para dar carinho.
Que o corpo é a casa
dos pensamentos.

-->

Sem uma família

tem gente que não tem família
mora sozinho,com ninguém
na rua as gentes espiam
essas pessoas sozinhas
na rua
como se fosse lixo

Gente tem que ter uma família
onde ficar,
uma família de verdade
para no fim do dia
ficar juntinhos
com carinho, com cuidado...
Que a família é o coração
dos pensamentos.

Autora:Alexia Bosshamer Moreno


-->
Sem casa
Tem gente que não tem roupa
mora ao céu
debaixo da ponte.
No céu, as estrelas espiam
esse monte de pessoas,
na rua,
como se fossem lixo.

Gente tem que ter agasalho,
comida e cobertor,
um guarda roupa,
uma cama para no fim do dia
descansar o corpo cansado do trabalho,
com carinho, com cuidado
que a vida merece.

Autor: Johnatan Luis Dell Armelin