Concluímos os trabalhos da Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa. O poema escolhido, na escola, foi escrito pelo aluno Lucas Klein Leite:
Onde Vivo
Minha casa eu adoro
Porque é o lugar onde moro.
Construída em dois mil e nove
As lembranças me comovem.
Para mim, uma beleza
Para outros, uma frieza.
Com algumas rachaduras
Mesmo assim, uma belezura.
Minha escola também é legal
Vou a ela com meu material.
Professor inteligente
Também tem muita gente.
Adoro minha sala
Não tem aluno mala.
Ajudante leva jornal
Antes de partir digo: tchau.
Minha rua não tem muito movimento
Por isso pouco atropelamento.
Quando vou andar na rua
Minha atenção muda.
Pois sei que tenho que tomar cuidado
Para não ser acidentado.
E por isso vivo esperto
E sei que faço certo.
Meu bairro é até bonito
Muito sobre ele já foi dito.
Mas quase sempre há esperanças
Que haverá boas mudanças.
E como em todo mundo
Há homem limpo e imundo,
E o resumo de tudo isso
Você já deve ter visto.
Este é o melhor lugar
Que tenho pra amar.
Este blog mostra um pouco de mim, coisas que estou fazendo. Auxilia na orientação e divulgação dos trabalhos dos meus alunos. Sinta-se à vontade para comentar, sugerir, perguntar... Obrigado pela visita!
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terça-feira, 19 de agosto de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Café Literário - 2014
No dia 04 de julho os alunos do 5º ano organizaram um café literário. O evento serviu para coroar as atividades de declamação realizadas no primeiro semestre.
O café foi montado com as contribuições dos alunos. Agradecimentos especiais a todas as famílias que se envolveram na atividade.
Todos os alunos participaram das declamações e dentre os inscritos para o Concurso de Declamação foram escolhidos dois para representarem as turmas no Concurso de declamação da E.M.E.F. Ribeirão Cavalo: Emily (5º 02) e Michelle (5º 01).
Agradecemos também a participação da bibliotecária Glacimi, da secretária Elisandra, da professora Zaira, da orientadora Monique e da psicóloga que tiveram a missão de julgar os declamadores.
O café foi montado com as contribuições dos alunos. Agradecimentos especiais a todas as famílias que se envolveram na atividade.
Todos os alunos participaram das declamações e dentre os inscritos para o Concurso de Declamação foram escolhidos dois para representarem as turmas no Concurso de declamação da E.M.E.F. Ribeirão Cavalo: Emily (5º 02) e Michelle (5º 01).
Agradecemos também a participação da bibliotecária Glacimi, da secretária Elisandra, da professora Zaira, da orientadora Monique e da psicóloga que tiveram a missão de julgar os declamadores.
terça-feira, 1 de julho de 2014
Área Urbana X Área Rural
A partir de releituras de "O rato do campo e o rato da Cidade", as fábulas estão sendo encenadas discutindo as questões da área urbana e da área rural. Esta foi reescrita em sala, com ajuda dos alunos.
O
gato do campo e o gato da cidade
(Suzana
Renau Santos)
PERSONAGENS:
GATO
DO CAMPO
GATO
DA CIDADE
CÃES
CENA
I
(No
campo)
(
O Gato do Campo sai de casa)
GATO
DO CAMPO: Que dia lindo... Que sol..Tem uma carta ali! Será que é
pra mim?! ( Pegando a carta ) Ah! É do meu primo! ( Lendo
a carta ) “Primo, convido você para
vir pra cidade para um almoço delicioso. Assinado:
Gato da Cidade)” ( Pega as suas coisas e sai. )
CENA
II
(Chegando
na casa do Gato da Cidade)
GATO
DO CAMPO : ( Com força ) Toc! Toc! Toc! Toc!
GATO
DA CIDADE: ( Puxando o gato do campo ) Chuiii!!!!
GATO
DO CAMPO: Ehh! Primo, tudo bem?
GATO
DA CIDADE: Tudo! Mas, fala baixo!!...
GATO
DO CAMPO: Por quê?
GATO
DA CIDADE:Tem dois cachorros na mansão!
GATO
DO CAMPO: kkkkkkk! E daí? Lá no campo também tem cachorro!...
GATO
DA CIDADE: Fique quieto!!! Deu zebra! Corre! Corre! Os cachorros
estão chegando... Corre! Aqui tem um lugar para nos escondermos...
(Puxando o Gato do Campo)
GATO
DO CAMPO: Por quê!? Cachorros são tão mansinhos...
GATO
DA CIDADE: Não são, não! Aqui nós temos que ter cuidado! Os cães
são umas feras e ficam no mesmo lugar que eu!!
GATO
DO CAMPO: Primo, não quero mais ficar nem um minutinho.
GATO
DA CIDADE:Por quê?
GATO
DO CAMPO: Meu lugar é no campo, não na cidade! Lá os cachorros não
conseguem me encontrar, tem muito mais espaço! Cada um brinca no seu
canto.
GATO
DA CIDADE: Posso ir com você?
GATO
DO CAMPO: Pode! Mas nada de frescuras!...
Gato da cidade e Gato
da fazenda
(Cleverson
da Roza Muniz)
PERSONAGENS:
GATO
DO CAMPO
GATO
DA CIDADE
DONO
DO GATO DO CAMPO
DONO
DO GATO DA CIDADE
CENA
I
(Na
rua)
GATO
DO CAMPO: Olá, meu amigo!
GATO
DA CIDADE: Olá! Tudo bem?
GATO
DO CAMPO: Quer ir na minha casa tomar um cafezinho, dar uma
volta?!...
GATO
DA CIDADE: Vamos indo!... (Foram)
CENA
II
(No
campo)
DONO
DO GATO DO CAMPO:Vamos recolher o gado, meu gato!?
GATO
DO CAMPO:Vamos, então! (Para o amigo) Amigo, quer ir junto?!
GATO
DA CIDADE: Está bem! ( Depois de um tempo )
GATO
DA CIDADE: Olha só, que árvore bonita, cheia de frutos!
GATO
DO CAMPO: Você nunca viu? É uma goiabeira...
GATO
DA CIDADE: Lá na cidade só tem árvores nas praças, sem frutos...
Quantos animais bonitos... Lá na cidade vejo muitos cachorros
abandonados...
GATO
DO CAMPO: Que pecado! Aqui os animais são bem cuidados...
GATO
DA CIDADE: O que acontece com os animais?
GATO
DO CAMPO: Ah, vão para a frigideira...
GATO
DA CIDADE: Meu Deus!
GATO
DO CAMPO: Só os porquinhos, as vacas e as galinhas...
GATO
DA CIDADE: Ah, bom!!!...
GATO
DA CAMPO: É isso que você come: bisteca, bife, linguiça,
beicon,...
GATO
CIDADE: Espera amigo! Vamos descansar!
GATO
DO CAMPO: Já cansou!? Você cansa rápido...
GATO
DA CIDADE: Não estou acostumado a correr... Vou de carro...
GATO
DO CAMPO: Então, tá!...
GATO
DA CIDADE:Amigo, quer dormir lá em casa?
GATO
DO CAMPO: Sim! (Foram)
CENA
III
(Na
casa do gato da cidade)
GATO
DO CAMPO: Nossa, muito bonito! Mas, realmente não tem árvores...
GATO
DA CIDADE: Vamos comer?
GATO
DO CAMPO: Vamos! O que tem?
GATO
DA CIDADE: Ração... Whiskas sachê...
GATO
DO CAMPO: O que é isso?! (Comendo)Eca!
Que nojo!...
DONO
DO GATO DA CIDADE: (Chutando o gato do campo)Vai embora daqui,
seu gato fedido! Para de comer a ração do meu gato!...
GATO
DO CAMPO: Eu vou embora!Prefiro minha vida no campo e o seu dono não
sabe me respeita...
GATO
DA CIDADE: Não vá! Não ligue pra ele...
GATO
DO CAMPO: Vou, porque meu dono tá preocupado!
GATO
DA CIDADE: Até amanhã...
GATO
DO CAMPO: Tchau!
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Oficina - Rimas
Fizemos uma oficina para trabalhar rimas. O trabalho foi feito a partir do poema "Brincando de não me olhe" de Sérgio Caparelli. Apresentamos aqui o resultado. Sabemos que o poema não está "pronto" e que há correções a serem feitas(concordância, por exemplo). Considerando o resultado motivador do trabalho, aqui está transcrito o poema construído:
Brincando de não me olhe
(releitura do 5º ano 01 - 2014)
Não me olhe da porta
Que não estou morta.
Não me olhe comendo pastel
Que eu não sou o Gabriel.
Não me olhe com careta
Que eu não sou capeta.
Não me olhe de banda
Que eu não sou panda.
Não me olhe na balança
Que eu não tenho pança.
Não me olhe da janela
Que eu não sou cadela.
Não me olhe de lado
Que não sou seu namorado.
Não me olhe no balanço
Que eu não sou tanso.
Não me olhe na mala
Que eu não sou tralha.
Não me olhe no cabelo
Que eu não sou modelo.
Não me olhe noo nariz
Que eu não sou chafariz.
Não me olhe com o Megamente
Que eu não sou cachorro-quente.
Não me olhe da biblioteca
Que estou sem cueca.
Não me olhe do tribunal
Que eu não sou general.
Não me olhe na mira
Que vai ver a ira.
Não me olhe de trás
Que rima não tem mais.
Brincando de não me olhe
(releitura do 5º ano 01 - 2014)
Não me olhe da porta
Que não estou morta.
Não me olhe comendo pastel
Que eu não sou o Gabriel.
Não me olhe com careta
Que eu não sou capeta.
Não me olhe de banda
Que eu não sou panda.
Não me olhe na balança
Que eu não tenho pança.
Não me olhe da janela
Que eu não sou cadela.
Não me olhe de lado
Que não sou seu namorado.
Não me olhe no balanço
Que eu não sou tanso.
Não me olhe na mala
Que eu não sou tralha.
Não me olhe no cabelo
Que eu não sou modelo.
Não me olhe noo nariz
Que eu não sou chafariz.
Não me olhe com o Megamente
Que eu não sou cachorro-quente.
Não me olhe da biblioteca
Que estou sem cueca.
Não me olhe do tribunal
Que eu não sou general.
Não me olhe na mira
Que vai ver a ira.
Não me olhe de trás
Que rima não tem mais.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Oficina - Poemas Populares
Os alunos trouxeram, registraram em cartazes, declamaram e afixaram nas paredes da escola, diversos poemas.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Poema de aluno
Aqui está um poema escrito por um aluno para contar um pouco da história da sua família:
Eu
e minha família
Eu
sou o Gabriel
Que
adora pastel.
Meu
pai é Giovani
Que
gosta de panetone.
Minha
mãe é a Simone
Que
come queijo provolone.
Nasci
em 24 de setembro,
Dois
meses antes de novembro.
Sou
neto do Hilario
Que
sobe no armário.
Minha
vó é Izadir
Que
me faz sorrir.
Eu
estudo de manhã,
De
tarde fico com minha irmã.
(Autor:
Gabriel Pereira)
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Releituras de poema
Os alunos fizeram reeleituras do poema "Duas dúzias de coisinhas à-toa que deixam a gente feliz" de Otávio Roth, ambientado-as no universo escolar.
Aqui estão os poemas do 5º 01, que foram digitados no Ambiente de tecnologia.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Os cachorros
Os
Cachorros
(
Emily Cristina do Nascimento)
Numa
aldeia, existiam dois cachorros. Um era muito magro, porém muito
humilde. Já o outro, gordo, muito gordo e rabugento.
O
cachorro magro, para não morrer de fome, furtava casas a procura de
comida. O seu dono havia perdido o emprego e não sobrava nem restos.
O
cachorro gordo, enfartado de tanta comida, tinha as melhores roupas
daquele lugar; feitas de fio de ouro. Tomava banho de banheira. E um
quarto só para ele.
Num
belo dia, os dois cachorros se encontraram! E assim, o cachorro magro
perguntou ao gordo:
–
Como anda, compadre?
O
cachorro gordo disse:
–
Bem, muito bem! Tenho de tudo! Já você, pelo jeito, não muito bem,
não é!?
–
Sim! Não, mesmo! Para sobreviver, tenho que furtar casas. Quando
passo na rua, as pessoas jogam pedras em mim, compadre.
–
Há, há, há! Estava certo, mesmo.
-
Oh! Sim, compadre.
De
repente, passou uma carroça, derrubando um pão.
Quando
viram, correram em direção do pão. Infelizmente, o cachorro gordo
ficou com o pão. O cachorro magro disse:
–
Por que, por que, compadre?!
O
cachorro gordo disse:
– Ha, pelas circunstâncias.
Texto reescrito, em sala,com participação da turma. Escolhido por votação.
A formiga e a cigarra
A
cigarra e a formiga. O reencontro.
(Diogo
Carvalho)
Num
dia chuvoso,no Japão,
a cigarra espiã estava numa missão para matar a formiga que
chamara
a cigarra de vagabunda pelas costas.
A
cigarra, com raiva da formiga, parou na Floresta dos Mortos. Pessoas
disseram ter visto a formiga passando por ali.
-Eu
sinto cheiro dela aqui! Exclamou a cigarra.
Bem
na frente, a formiga passava indo em direção a Tóquio. Ao chegar
lá, foi até uma escola de kung fu preparar-se para lutar contra a
cigarra, sua grande inimiga.
Enquanto
a formiga se preparava, a cigarra também se preparava para ir até
Tóquio.
A
cigarra olhou para cima e gritou:
-Aqui
embaixo!!
O
helicóptero
passou
perto dela. O comandante
macaco disse:
-Suba,
eu sei onde ela está!
A
cigarra respondeu:
-Estou
indo.
Eles
pousaram perto da formiga que tentou correr, mas a pegaram e
colocaram um capuz preto nela.
Chegaram
nos Estados Unidos de helicóptero, foram até na a Área 51 e
tiraram o capuz da formiga.
A
Cigarra disse:
-Ora,
ora, velha amiga, quanto tempo...
A
formiga disse, se contorcendo:
-Me
solta!
A
cigarra sacou uma arma e disse:
-Tchauzinho!
Ela
engatilhou a AK 47 e deu um tiro na formiga.
Do
lado de fora da Área 51, o Comandante Macaco explodiu uma bomba
nuclear e todo mundo morreu.
Texto de aluno reescrito, em sala, coletivamente. Escolhido por votação.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Direitos da Criança
O grupo de alunos do turno matutino (5º ano) fará uma apresentação que tem por tema os direitos da criança. A apresentação é uma adaptação do livro "O duende da ponte"
O
duende da ponte
(Texto
adaptado do livro “O duende da ponte” de Patricia Rae Wolff,
incorporando poemas de alunos baseados nos direitos humanos.)
Personagens:
Duende
Garoto
Amigo
Mãe
Crianças
Declamadores
Ouve-se
o despertador.
MÃE:(
Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO:
Não quero mãe! É chato!
MÂE:
Chato é ser burro! Café tá na mesa!
GAROTO:
Tá bom!
MÃE:
Escovar os dentes! Esqueceu nada?
AMIGO:
( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO:
(Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE:
Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO:
Tá mãe...
Chegando
na ponte.
DUENDE:
(Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é
minha!!!!
GAROTO:
Mas eu preciso atravessar a ponte para ir à escola!
DUENDE:
Pra que?
GAROTO:
Pra ficar inteligente...
DUENDE:
Isso não é uma boa razão!
GAROTO:
Eu tenho que ir à escola porque minha mãe mandou.
DUENDE:
Ah!! ESSA é uma boa razão. (Impedindo os garotos) Epa! Epa! Epa!
Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real
para atravessá-la!
GAROTO:
Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE:Então
não pode atravessar...
GAROTO:
Não tenho dinheiro,mas tenho uma coisa DOCE!!
DUENDE:
Oba! Adoro doces! Se eu gostar, vocês podem atravessar.
Menina
declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam
cantando.
Tem
pessoas que não tem lar,
moram
lá na praça.
No
céu, a nuvem espia
Esse
monte de pessoas
como
se fossem jornal.
Pessoa
tem que ter um lar,
um
chão,
um
sapato, roupas,
uma
vida,
para
no fim do dia
descansar,
com
carinho, com alegria
que
a vida é o lar das ideias.
(Sem
lar, Carla Samira Lopes)
Na
volta da aula o duende espera o garoto.
DUENDE:
Minha mãe mora debaixo desta ponte também. Ela ouviu o que você
falou e disse que você me enganou. Ela disse que o doce tão doce
que você prometeu não é o doce de dar água na boca...
O
garoto sorri e as crianças passam cantando.
No
outro dia... Ouve-se o despertador.
MÃE:(
Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO:
Não quero mãe! É chato!
MÂE:
Chato é ser bocó! Café tá na mesa!
GAROTO:
Tá bom!
MÃE:
Escovar os dentes! Lembrou da tarefa?
AMIGO:
( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO:
(Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE:
Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO:
Tá mãe...
Chegando
na ponte.
DUENDE:
(Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é
minha!!!!
GAROTO:
( Falando consigo mesmo) De novo, não! ( Alto) Mas eu
preciso atravessar a ponte para ir à escola!
DUENDE:
Pra que?
GAROTO:
Pra ficar inteligente...
DUENDE:
Isso não é uma boa razão!
GAROTO:
Eu tenho que ir à escola porque minha mãe mandou.
DUENDE:
Ah!! ESSA é uma boa razão. (Impedindo os garotos) Parado aí!
Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real
para atravessá-la!
GAROTO:
Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE:Então
não pode atravessar... Mas hoje eu é que faço o pedido! Eu
quero... Eu quero... O sonho do Seu João!...Ahh... (Fecha os
olhos, imaginando)
GAROTO:Ótimo!
Esse SONHO é o que todos querem!
Menino
declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam
cantando.
Tem
pessoas
que
querem ter casa,
mas
não tem dinheiro
para
comprar.
No
céu, o sol derrete
esse
monte de gente
querendo
um lugar
para
morar.
Gente
tem que ter
um
lugar
para
se proteger,
ficar
mais tranquilo e relaxar.
E
ao nascer do dia
ficar
melhor.
(Quero
uma casa, Kauan Ferreira da Silva)
Na
volta da aula o duende espera o garoto.
DUENDE:
Minha mãe disse que você me enganou de novo . Que a delícia
deliciosa desse SONHO não é a delícia de lambuzar os beiços ...
GAROTO:
É.. pode ser!
E
as crianças passam cantando.
No
terceiro dia... Ouve-se o despertador.
MÃE:(
Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO:
Não quero mãe! É chato!
MÂE:
Chato é ser tosco! Café tá na mesa!
GAROTO:
Tá bom!
MÃE:
Escovar os dentes! E obedece a professora!
AMIGO:
( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO:
(Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE:
Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO:
Tá mãe...
Chegando
na ponte.
DUENDE:
(Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é
minha!!!!
GAROTO:
( Respirando fundo )
Mas-eu-preciso-atravessar-a-ponte-para-ir-à-escola-pra-ficar-inteligente-e-porque-
minha -mãe- mandou.
DUENDE:
Ah é! Agora me lembro. (Impedindo os garotos) Espere! Essa
ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real para
atravessá-la!
GAROTO:
Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE:
E nem mais um doce! Não quero mais nadinha de doces. Quero uma coisa
que brilha, é dourada... sacou?!
GAROTO:
Ah, sim!... Tanto que você não consegue nem imaginar...
DUENDE:
Sério! Vou até me sentir uma estrela!! E você (Olhando com
desdém) pode até passar!..
Menina
declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam
cantando.
Estrelinha,
estrelinha
brilha
no luar
Roda,
roda
sem
parar.
A
lua começa a brilhar,
brilha
a estrela cadente.
Não
contem para ninguém.
Ela
brilha muito,é a nossa amiga.
A
lua se foi,
o
sol está vindo...
A
lua espera anoitecer.
Anoiteceu.
Fiquei
alegre.
Está
chegando a hora
de
parar a lua.
Já
está na hora
de
se por o sol.
Não
chore!
Depois
vai ser a nossa vez.
(Estrelinha
Brilhante, Daphine Raíssa dos Santos Moreira)
Na
volta da aula o duende espera o garoto.
DUENDE:
Minha mãe disse que você me enganou mais uma vez!
GAROTO:
Hum!..Talvez...
DUENDE:
Sabe o que mais a minha mãe falou?
GAROTO:
O quê?
DUENDE:
Ela disse que amanhã eu tenho que ir para a escola com você pra
ficar mais esperto...
GAROTO:(balançando
a cabeça, em pensamento) Ir para a escola todo dia com esse duende
horroroso e fedido?! Blahh! Bom, pelo menos não terei que ficar
pagando pedágio todos os dias. E vai que ele aprende a tomar
banho!...
Menino
declama o poema.
Tem
gente que não tem escola,
não
tem a magia
de
ler
escrever.
No
céu as estrelas choram
por
essas pessoas
sem
direção
sem
escolha.
Gente
tem que saber ler;
ler
o livro,
ler
o céu,
a
receita, o mundo,
o
rosto amigo.
Escolher
a direção certa
escolher
o amor;
ser
feliz!
(Gildo
José Heerdt)
Todos
voltam cantando a música “Direitos e Deveres” de Toquinho.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
"Diário de um Guerreiro"
Baseados no livro "Diário de um Guerreiro" de Mariane Eggert de Figueiredo, os alunos do 5ºano produziram textos. Aqui apresentamos dois que foram trabalhados em sala.
História
do Nilo
Faltavam 2 meses para a corrida de Cachorros. Nilo era cachorro e
iria participar.
Estava
treinando e foi atravessar a rua. Um cara maluco de carro vinha em
disparada. O Nilo não viu e então...
POF!!
Foi atropelado. Ele desmaiou...
Na
Clínica Veterinária, acordou. Então exclamou:
-Onde
estou, onde estou!?
E
seu dono falou:
-Você
está na Clínica.
-Mas,
por quê?- Perguntou Nilo.
-Você
sofreu um acidente. Você está internado para se recuperar...
-Então
não vou fazer a corrida? -Quis saber, Nilo.
-Não
sei!... - Exclamou o seu dono.
A
enfermeira entrou na sala e disse:
-Eu
tenho duas notícias. Uma boa e uma ruim. A ruim é que você vai ter
que usar duas rodas. Você teve fraturas nas pernas traseiras, na
esquerda e na direita. A boa é que tinha um cachorro que tinha a
mesma dificuldade, só que ele morreu. Você pode usar os
equipamentos dele. Vai demorar 45 dias para você se recuperar.
Nilo
gritou de felicidade. Ele participaria da corrida com ajuda das
rodinhas.
45
dias depois, NILO SAI DO HOSPITAL TODO ALEGRE E COM AS RODINHAS.
Um
dia depois, Nilo acordou bem cedo para treinar para a corrida, para
adaptar-se às duas rodinhas.
No
dia da corrida, todos os participantes já estavam em suas posições.
Nilo também.
1,
2, 3 e Já! Foi dada a largada.
Nilo
estava em segundo. Quase no final da corrida, ultrapassou o oponente
e a torcida foi à loucura com a vitória de Nilo.
Nilo
foi para casa com o troféu e ofereceu a vitória a todos que o
ajudaram.
Ficou
muito emocionado, e mais atento para atravessar a rua.
FIM
Autor:
Bryan Marques Pereira
O
hamster lutador
(Gabriel
da Silva)
Olá,
meu nome é Cássio. Sou um hamster. Tenho um dono chamado Danrlei,
há três meses. Moramos num apê, num lugar bem apertadinho. Vou
contar a minha história:
Um
dia, o Danrlei deixou minha gaiolinha aberta e eu fugi para conhecer
o mundo de perto. Andando pela casa, encontrei um líquido cheiroso.
Curioso e com sede, resolvi experimentar. Eu não sabia, mas era
veneno.
O
meu querido amigo Danrlei encontrou-me caído e me levou à Clínica
Schweitzer.
Levei
mais de 15 injeções.
Eu
só tinha 15% de chance de sobreviver, mas a veterinária Cindy não
desistiu.
Fiquei
em recuperação, em uma gaiola, com o outro hamster, Robinho, que
também fora envenenado. Ele era corintiano como eu. Nós brincamos
em nossas rodinhas... Ficamos amigos.
A
Cindy perguntou para o Danrlei se queria adotar o Robinho. Ele
aceitou. Agora eu estou com um amigo novo.
Tchau!
foi legal te conhecer.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Declamações 2013
No dia o6 de agosto os alunos do quinto ano socializaram, em sala, as poesias que ensaiaram. Foram declamadas poesias de Vinícius de Moraes, Carlos Drumond de Andrade, José Paulo Paes, Paulo Leminski, Cecília Meireles, Lalau e Laurabeatriz e populares
Todos os alunos estão de parabéns porque tivemos a participação de todos. Vários alunos fizeram declamações ótimas, mas pudemos escolher apenas alguns para representar as turmas no Concurso de Declamação da escola: Kauan F. da Silva, Alexia B. Moreno, Evelly Carvalho, Paulo da S. Dutra Jr e Cindy Partala.
Agradecemos a Clarice Weider (supervisora), Monique Perez, Maria Pereira (orientadoras), Ernani dos Santos (bibliotecário) e Prof. Luiz David (TICs) que nos prestigiaram no evento.
Estamos torcendo pelos nossos representantes!
Todos os alunos estão de parabéns porque tivemos a participação de todos. Vários alunos fizeram declamações ótimas, mas pudemos escolher apenas alguns para representar as turmas no Concurso de Declamação da escola: Kauan F. da Silva, Alexia B. Moreno, Evelly Carvalho, Paulo da S. Dutra Jr e Cindy Partala.
Agradecemos a Clarice Weider (supervisora), Monique Perez, Maria Pereira (orientadoras), Ernani dos Santos (bibliotecário) e Prof. Luiz David (TICs) que nos prestigiaram no evento.
Estamos torcendo pelos nossos representantes!
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