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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa

Concluímos os trabalhos da Olimpíada Brasileira de Língua Portuguesa. O poema escolhido, na escola,  foi escrito pelo aluno Lucas Klein Leite:

Onde Vivo

Minha casa eu adoro
Porque é o lugar onde moro.

Construída em dois mil e nove
As lembranças me comovem.

Para mim, uma beleza
Para outros, uma frieza.

Com algumas rachaduras
Mesmo assim, uma belezura.

Minha escola também é legal
Vou a ela com meu material.

Professor inteligente
Também tem muita gente.

Adoro minha sala
Não tem aluno mala.

Ajudante leva jornal
Antes de partir digo: tchau.

Minha rua não tem muito movimento
Por isso pouco atropelamento.

Quando vou andar na rua
Minha atenção muda.

Pois sei que tenho que tomar cuidado
Para não ser acidentado.

E por isso vivo esperto
E sei que faço certo.

Meu bairro é até bonito
Muito sobre ele já foi dito.

Mas quase sempre há esperanças
Que haverá boas mudanças.

E como em todo mundo
Há homem limpo e imundo,

E o resumo de tudo isso
Você já deve ter visto.

Este é o melhor lugar
Que tenho pra amar.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Café Literário - 2014

No dia 04 de julho os alunos do 5º ano organizaram um café literário. O evento serviu para coroar as atividades de declamação realizadas no primeiro semestre.
O café foi montado com as contribuições dos alunos. Agradecimentos especiais a todas as famílias que se envolveram na atividade.
Todos os alunos participaram das declamações e dentre os inscritos para o Concurso de Declamação foram escolhidos dois para representarem as turmas no Concurso de declamação da E.M.E.F. Ribeirão Cavalo: Emily (5º 02) e Michelle (5º 01).
Agradecemos também a participação da bibliotecária Glacimi, da secretária Elisandra, da professora Zaira, da orientadora Monique e da psicóloga que tiveram a missão de julgar os declamadores.



terça-feira, 1 de julho de 2014

Área Urbana X Área Rural

A partir de releituras de "O rato do campo e o rato da Cidade", as fábulas estão sendo encenadas discutindo as questões da área urbana e da área rural. Esta foi reescrita em sala, com ajuda dos alunos.


O gato do campo e o gato da cidade
(Suzana Renau Santos)

PERSONAGENS:
GATO DO CAMPO
GATO DA CIDADE
CÃES

CENA I
(No campo)
( O Gato do Campo sai de casa)
GATO DO CAMPO: Que dia lindo... Que sol..Tem uma carta ali! Será que é pra mim?! ( Pegando a carta ) Ah! É do meu primo! ( Lendo a carta ) “Primo, convido você para vir pra cidade para um almoço delicioso. Assinado: Gato da Cidade)” ( Pega as suas coisas e sai. )

CENA II
(Chegando na casa do Gato da Cidade)

GATO DO CAMPO : ( Com força ) Toc! Toc! Toc! Toc!
GATO DA CIDADE: ( Puxando o gato do campo ) Chuiii!!!!
GATO DO CAMPO: Ehh! Primo, tudo bem?
GATO DA CIDADE: Tudo! Mas, fala baixo!!...
GATO DO CAMPO: Por quê?
GATO DA CIDADE:Tem dois cachorros na mansão!
GATO DO CAMPO: kkkkkkk! E daí? Lá no campo também tem cachorro!...
GATO DA CIDADE: Fique quieto!!! Deu zebra! Corre! Corre! Os cachorros estão chegando... Corre! Aqui tem um lugar para nos escondermos... (Puxando o Gato do Campo)
GATO DO CAMPO: Por quê!? Cachorros são tão mansinhos...
GATO DA CIDADE: Não são, não! Aqui nós temos que ter cuidado! Os cães são umas feras e ficam no mesmo lugar que eu!!
GATO DO CAMPO: Primo, não quero mais ficar nem um minutinho.
GATO DA CIDADE:Por quê?
GATO DO CAMPO: Meu lugar é no campo, não na cidade! Lá os cachorros não conseguem me encontrar, tem muito mais espaço! Cada um brinca no seu canto.
GATO DA CIDADE: Posso ir com você?
GATO DO CAMPO: Pode! Mas nada de frescuras!...


 
Gato da cidade e Gato da fazenda
(Cleverson da Roza Muniz)

PERSONAGENS:
GATO DO CAMPO
GATO DA CIDADE
DONO DO GATO DO CAMPO
DONO DO GATO DA CIDADE

CENA I
(Na rua)

GATO DO CAMPO: Olá, meu amigo!
GATO DA CIDADE: Olá! Tudo bem?
GATO DO CAMPO: Quer ir na minha casa tomar um cafezinho, dar uma volta?!...
GATO DA CIDADE: Vamos indo!... (Foram)

CENA II
(No campo)

DONO DO GATO DO CAMPO:Vamos recolher o gado, meu gato!?
GATO DO CAMPO:Vamos, então! (Para o amigo) Amigo, quer ir junto?!
GATO DA CIDADE: Está bem! ( Depois de um tempo )
GATO DA CIDADE: Olha só, que árvore bonita, cheia de frutos!
GATO DO CAMPO: Você nunca viu? É uma goiabeira...
GATO DA CIDADE: Lá na cidade só tem árvores nas praças, sem frutos... Quantos animais bonitos... Lá na cidade vejo muitos cachorros abandonados...
GATO DO CAMPO: Que pecado! Aqui os animais são bem cuidados...
GATO DA CIDADE: O que acontece com os animais?
GATO DO CAMPO: Ah, vão para a frigideira...
GATO DA CIDADE: Meu Deus!
GATO DO CAMPO: Só os porquinhos, as vacas e as galinhas...
GATO DA CIDADE: Ah, bom!!!...
GATO DA CAMPO: É isso que você come: bisteca, bife, linguiça, beicon,...
GATO CIDADE: Espera amigo! Vamos descansar!
GATO DO CAMPO: Já cansou!? Você cansa rápido...
GATO DA CIDADE: Não estou acostumado a correr... Vou de carro...
GATO DO CAMPO: Então, tá!...
GATO DA CIDADE:Amigo, quer dormir lá em casa?
GATO DO CAMPO: Sim! (Foram)

CENA III
(Na casa do gato da cidade)
GATO DO CAMPO: Nossa, muito bonito! Mas, realmente não tem árvores...
GATO DA CIDADE: Vamos comer?
GATO DO CAMPO: Vamos! O que tem?
GATO DA CIDADE: Ração... Whiskas sachê...
GATO DO CAMPO: O que é isso?! (Comendo)Eca! Que nojo!...
DONO DO GATO DA CIDADE: (Chutando o gato do campo)Vai embora daqui, seu gato fedido! Para de comer a ração do meu gato!...
GATO DO CAMPO: Eu vou embora!Prefiro minha vida no campo e o seu dono não sabe me respeita...
GATO DA CIDADE: Não vá! Não ligue pra ele...
GATO DO CAMPO: Vou, porque meu dono tá preocupado!
GATO DA CIDADE: Até amanhã...
GATO DO CAMPO: Tchau!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Oficina - Rimas

Fizemos uma oficina para trabalhar rimas. O trabalho foi feito a partir do poema "Brincando de não me olhe" de Sérgio Caparelli. Apresentamos aqui o resultado. Sabemos que o poema não está "pronto" e que há correções a serem feitas(concordância, por exemplo). Considerando o resultado motivador do trabalho, aqui está transcrito o poema construído:

Brincando de não me olhe
(releitura do 5º ano 01 - 2014)

Não me olhe da porta
Que não estou morta.

Não me olhe comendo pastel
Que eu não sou o Gabriel.

Não me olhe com careta
Que eu não sou capeta.

Não me olhe de banda
Que eu não sou panda.

Não me olhe na balança
Que eu não tenho pança.

Não me olhe da janela
Que eu não sou cadela.

Não me olhe de lado
Que não sou seu namorado.

Não me olhe no balanço
Que eu não sou tanso.

Não me olhe na mala
Que eu não sou tralha.

Não me olhe no cabelo
Que eu não sou modelo.

Não me olhe noo nariz
Que eu não sou chafariz.

Não me olhe com o Megamente
Que eu não sou cachorro-quente.

Não me olhe da biblioteca
Que estou sem cueca.

Não me olhe do tribunal
Que eu não sou general.

Não me olhe na mira
Que vai ver a ira.

Não me olhe de trás
Que rima não tem mais.



segunda-feira, 19 de maio de 2014

Oficina - Poemas Populares

Os alunos trouxeram, registraram em cartazes, declamaram e afixaram nas paredes da escola, diversos poemas.











segunda-feira, 12 de maio de 2014

Poema de aluno

Aqui está um poema escrito por um aluno para contar um pouco da história da sua família:


Eu e minha família
Eu sou o Gabriel
Que adora pastel.
Meu pai é Giovani
Que gosta de panetone.
Minha mãe é a Simone
Que come queijo provolone.
Nasci em 24 de setembro,
Dois meses antes de novembro.
Sou neto do Hilario
Que sobe no armário.
Minha vó é Izadir
Que me faz sorrir.
Eu estudo de manhã,
De tarde fico com minha irmã.
(Autor: Gabriel Pereira)

Poemas 5º 02

Aqui estão as releituras do 5º 02:









quarta-feira, 30 de abril de 2014

Releituras de poema


Os alunos fizeram reeleituras do poema "Duas dúzias de coisinhas à-toa que deixam a gente feliz" de Otávio Roth, ambientado-as no universo escolar.
Aqui estão os poemas do 5º 01, que foram digitados no Ambiente de tecnologia.












sexta-feira, 25 de abril de 2014

Os cachorros


Os Cachorros
( Emily Cristina do Nascimento)

Numa aldeia, existiam dois cachorros. Um era muito magro, porém muito humilde. Já o outro, gordo, muito gordo e rabugento.
O cachorro magro, para não morrer de fome, furtava casas a procura de comida. O seu dono havia perdido o emprego e não sobrava nem restos.
O cachorro gordo, enfartado de tanta comida, tinha as melhores roupas daquele lugar; feitas de fio de ouro. Tomava banho de banheira. E um quarto só para ele.
Num belo dia, os dois cachorros se encontraram! E assim, o cachorro magro perguntou ao gordo:
– Como anda, compadre?
O cachorro gordo disse:
– Bem, muito bem! Tenho de tudo! Já você, pelo jeito, não muito bem, não é!?
– Sim! Não, mesmo! Para sobreviver, tenho que furtar casas. Quando passo na rua, as pessoas jogam pedras em mim, compadre.
– Há, há, há! Estava certo, mesmo.
- Oh! Sim, compadre.
De repente, passou uma carroça, derrubando um pão.
Quando viram, correram em direção do pão. Infelizmente, o cachorro gordo ficou com o pão. O cachorro magro disse:
– Por que, por que, compadre?!
O cachorro gordo disse:
– Ha, pelas circunstâncias.

Texto reescrito, em sala,com participação da turma. Escolhido por votação.

A formiga e a cigarra


A cigarra e a formiga. O reencontro.
(Diogo Carvalho)

Num dia chuvoso,no Japão, a cigarra espiã estava numa missão para matar a formiga que chamara a cigarra de vagabunda pelas costas.
A cigarra, com raiva da formiga, parou na Floresta dos Mortos. Pessoas disseram ter visto a formiga passando por ali.
-Eu sinto cheiro dela aqui! Exclamou a cigarra.
Bem na frente, a formiga passava indo em direção a Tóquio. Ao chegar lá, foi até uma escola de kung fu preparar-se para lutar contra a cigarra, sua grande inimiga.
Enquanto a formiga se preparava, a cigarra também se preparava para ir até Tóquio.
A cigarra olhou para cima e gritou:
-Aqui embaixo!!
O helicóptero passou perto dela. O comandante macaco disse:
-Suba, eu sei onde ela está!
A cigarra respondeu:
-Estou indo.
Eles pousaram perto da formiga que tentou correr, mas a pegaram e colocaram um capuz preto nela.
Chegaram nos Estados Unidos de helicóptero, foram até na a Área 51 e tiraram o capuz da formiga.
A Cigarra disse:
-Ora, ora, velha amiga, quanto tempo...
A formiga disse, se contorcendo:
-Me solta!
A cigarra sacou uma arma e disse:
-Tchauzinho!
Ela engatilhou a AK 47 e deu um tiro na formiga.
Do lado de fora da Área 51, o Comandante Macaco explodiu uma bomba nuclear e todo mundo morreu.

Texto de aluno reescrito, em sala, coletivamente. Escolhido por votação.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Direitos da Criança

O grupo de alunos do turno matutino (5º ano) fará uma apresentação que tem por tema os direitos da criança. A apresentação é uma adaptação do livro "O duende da ponte"


O duende da ponte
(Texto adaptado do livro “O duende da ponte” de Patricia Rae Wolff, incorporando poemas de alunos baseados nos direitos humanos.)

Personagens:
Duende
Garoto
Amigo
Mãe
Crianças
Declamadores

Ouve-se o despertador.
MÃE:( Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO: Não quero mãe! É chato!
MÂE: Chato é ser burro! Café tá na mesa!
GAROTO: Tá bom!
MÃE: Escovar os dentes! Esqueceu nada?
AMIGO: ( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO: (Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE: Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO: Tá mãe...

Chegando na ponte.

DUENDE: (Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é minha!!!!
GAROTO: Mas eu preciso atravessar a ponte para ir à escola!
DUENDE: Pra que?
GAROTO: Pra ficar inteligente...
DUENDE: Isso não é uma boa razão!
GAROTO: Eu tenho que ir à escola porque minha mãe mandou.
DUENDE: Ah!! ESSA é uma boa razão. (Impedindo os garotos) Epa! Epa! Epa! Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real para atravessá-la!
GAROTO: Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE:Então não pode atravessar...
GAROTO: Não tenho dinheiro,mas tenho uma coisa DOCE!!
DUENDE: Oba! Adoro doces! Se eu gostar, vocês podem atravessar.

Menina declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam cantando.
Tem pessoas que não tem lar,
moram lá na praça.
No céu, a nuvem espia
Esse monte de pessoas
como se fossem jornal.

Pessoa tem que ter um lar,
um chão,
um sapato, roupas,
uma vida,
para no fim do dia
descansar,
com carinho, com alegria
que a vida é o lar das ideias.

(Sem lar, Carla Samira Lopes)

Na volta da aula o duende espera o garoto.

DUENDE: Minha mãe mora debaixo desta ponte também. Ela ouviu o que você falou e disse que você me enganou. Ela disse que o doce tão doce que você prometeu não é o doce de dar água na boca...
O garoto sorri e as crianças passam cantando.

No outro dia... Ouve-se o despertador.

MÃE:( Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO: Não quero mãe! É chato!
MÂE: Chato é ser bocó! Café tá na mesa!
GAROTO: Tá bom!
MÃE: Escovar os dentes! Lembrou da tarefa?
AMIGO: ( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO: (Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE: Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO: Tá mãe...

Chegando na ponte.

DUENDE: (Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é minha!!!!
GAROTO: ( Falando consigo mesmo) De novo, não! ( Alto) Mas eu preciso atravessar a ponte para ir à escola!
DUENDE: Pra que?
GAROTO: Pra ficar inteligente...
DUENDE: Isso não é uma boa razão!
GAROTO: Eu tenho que ir à escola porque minha mãe mandou.
DUENDE: Ah!! ESSA é uma boa razão. (Impedindo os garotos) Parado aí! Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real para atravessá-la!
GAROTO: Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE:Então não pode atravessar... Mas hoje eu é que faço o pedido! Eu quero... Eu quero... O sonho do Seu João!...Ahh... (Fecha os olhos, imaginando)
GAROTO:Ótimo! Esse SONHO é o que todos querem!
Menino declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam cantando.

Tem pessoas
que querem ter casa,
mas não tem dinheiro
para comprar.
No céu, o sol derrete
esse monte de gente
querendo um lugar
para morar.

Gente tem que ter
um lugar
para se proteger,
ficar mais tranquilo e relaxar.
E ao nascer do dia
ficar melhor.

(Quero uma casa, Kauan Ferreira da Silva)

Na volta da aula o duende espera o garoto.

DUENDE: Minha mãe disse que você me enganou de novo . Que a delícia deliciosa desse SONHO não é a delícia de lambuzar os beiços ...
GAROTO: É.. pode ser!
E as crianças passam cantando.

No terceiro dia... Ouve-se o despertador.
MÃE:( Dentro da casa ): Acorda, filho! Hora de ir pra escola!...
GAROTO: Não quero mãe! É chato!
MÂE: Chato é ser tosco! Café tá na mesa!
GAROTO: Tá bom!
MÃE: Escovar os dentes! E obedece a professora!
AMIGO: ( De fora ) Ohh!! Vamos logo!
GAROTO: (Saindo da casa ) Xau, mãe!
MÂE: Tenha um bom dia! E cuidado com o Duende.
GAROTO: Tá mãe...

Chegando na ponte.

DUENDE: (Saltando na frente dos garotos e rosnando) Esta ponte é minha!!!!
GAROTO: ( Respirando fundo ) Mas-eu-preciso-atravessar-a-ponte-para-ir-à-escola-pra-ficar-inteligente-e-porque- minha -mãe- mandou.
DUENDE: Ah é! Agora me lembro. (Impedindo os garotos) Espere! Essa ponte é minha e tem pedágio. Você vai ter que pagar um real para atravessá-la!
GAROTO: Mas eu não tenho nenhum real...
DUENDE: E nem mais um doce! Não quero mais nadinha de doces. Quero uma coisa que brilha, é dourada... sacou?!
GAROTO: Ah, sim!... Tanto que você não consegue nem imaginar...
DUENDE: Sério! Vou até me sentir uma estrela!! E você (Olhando com desdém) pode até passar!..

Menina declama um poema. O duende se distrai e as crianças atravessam cantando.

Estrelinha, estrelinha
brilha no luar
Roda, roda
sem parar.

A lua começa a brilhar,
brilha a estrela cadente.
Não contem para ninguém.
Ela brilha muito,é a nossa amiga.

A lua se foi,
o sol está vindo...
A lua espera anoitecer.
Anoiteceu.
Fiquei alegre.
Está chegando a hora
de parar a lua.
Já está na hora
de se por o sol.
Não chore!
Depois vai ser a nossa vez.

(Estrelinha Brilhante, Daphine Raíssa dos Santos Moreira)
Na volta da aula o duende espera o garoto.

DUENDE: Minha mãe disse que você me enganou mais uma vez!
GAROTO: Hum!..Talvez...
DUENDE: Sabe o que mais a minha mãe falou?
GAROTO: O quê?
DUENDE: Ela disse que amanhã eu tenho que ir para a escola com você pra ficar mais esperto...
GAROTO:(balançando a cabeça, em pensamento) Ir para a escola todo dia com esse duende horroroso e fedido?! Blahh! Bom, pelo menos não terei que ficar pagando pedágio todos os dias. E vai que ele aprende a tomar banho!...
Menino declama o poema.

Tem gente que não tem escola,
não tem a magia
de ler
escrever.
No céu as estrelas choram
por essas pessoas
sem direção
sem escolha.

Gente tem que saber ler;
ler o livro,
ler o céu,
a receita, o mundo,
o rosto amigo.
Escolher a direção certa
escolher o amor;
ser feliz!

(Gildo José Heerdt)

Todos voltam cantando a música “Direitos e Deveres” de Toquinho.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

"Diário de um Guerreiro"

Baseados no livro "Diário de um Guerreiro" de Mariane Eggert de Figueiredo, os alunos do 5ºano produziram textos. Aqui apresentamos dois que foram trabalhados em sala.


História do Nilo

     Faltavam 2 meses para a corrida de Cachorros. Nilo era cachorro e iria participar.
     Estava treinando e foi atravessar a rua. Um cara maluco de carro vinha em disparada. O Nilo não viu e então...
     POF!! Foi atropelado. Ele desmaiou...
     Na Clínica Veterinária, acordou. Então exclamou:
     -Onde estou, onde estou!?
     E seu dono falou:
     -Você está na Clínica.
     -Mas, por quê?- Perguntou Nilo.
     -Você sofreu um acidente. Você está internado para se recuperar...
     -Então não vou fazer a corrida? -Quis saber, Nilo.
     -Não sei!... - Exclamou o seu dono.
     A enfermeira entrou na sala e disse:
     -Eu tenho duas notícias. Uma boa e uma ruim. A ruim é que você vai ter que usar duas rodas. Você teve fraturas nas pernas traseiras, na esquerda e na direita. A boa é que tinha um cachorro que tinha a mesma dificuldade, só que ele morreu. Você pode usar os equipamentos dele. Vai demorar 45 dias para você se recuperar.
     Nilo gritou de felicidade. Ele participaria da corrida com ajuda das rodinhas.
     45 dias depois, NILO SAI DO HOSPITAL TODO ALEGRE E COM AS RODINHAS.
     Um dia depois, Nilo acordou bem cedo para treinar para a corrida, para adaptar-se às duas rodinhas.
     No dia da corrida, todos os participantes já estavam em suas posições. Nilo também.
     1, 2, 3 e Já! Foi dada a largada.
     Nilo estava em segundo. Quase no final da corrida, ultrapassou o oponente e a torcida foi à loucura com a vitória de Nilo.
     Nilo foi para casa com o troféu e ofereceu a vitória a todos que o ajudaram.
     Ficou muito emocionado, e mais atento para atravessar a rua.

FIM

Autor: Bryan Marques Pereira

 
O hamster lutador
(Gabriel da Silva)

     Olá, meu nome é Cássio. Sou um hamster. Tenho um dono chamado Danrlei, há três meses. Moramos num apê, num lugar bem apertadinho. Vou contar a minha história:
     Um dia, o Danrlei deixou minha gaiolinha aberta e eu fugi para conhecer o mundo de perto. Andando pela casa, encontrei um líquido cheiroso. Curioso e com sede, resolvi experimentar. Eu não sabia, mas era veneno.
     O meu querido amigo Danrlei encontrou-me caído e me levou à Clínica Schweitzer.
     Levei mais de 15 injeções.
     Eu só tinha 15% de chance de sobreviver, mas a veterinária Cindy não desistiu.
     Fiquei em recuperação, em uma gaiola, com o outro hamster, Robinho, que também fora envenenado. Ele era corintiano como eu. Nós brincamos em nossas rodinhas... Ficamos amigos.
     A Cindy perguntou para o Danrlei se queria adotar o Robinho. Ele aceitou. Agora eu estou com um amigo novo.
     Tchau! foi legal te conhecer.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Declamações 2013

No dia o6 de agosto os alunos do quinto ano socializaram, em sala, as poesias que ensaiaram. Foram declamadas poesias de Vinícius de Moraes, Carlos Drumond de Andrade, José Paulo Paes, Paulo Leminski, Cecília Meireles, Lalau e Laurabeatriz e populares
Todos os alunos estão de parabéns porque tivemos a participação de todos. Vários alunos fizeram declamações ótimas, mas pudemos escolher apenas alguns para representar as turmas no Concurso de Declamação da escola: Kauan F. da Silva, Alexia B. Moreno, Evelly Carvalho, Paulo da S. Dutra Jr e Cindy Partala.






Agradecemos a Clarice Weider (supervisora), Monique Perez, Maria Pereira (orientadoras), Ernani dos Santos (bibliotecário) e Prof. Luiz David (TICs) que nos prestigiaram no evento.

Estamos torcendo pelos nossos representantes!