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terça-feira, 15 de julho de 2014

Pinturas

Este trabalho envolveu as disciplinas de História, Matemática, Geografia e Artes. Os alunos fizeram um desenho sobre os povos indígenas e depois ampliaram este desenho na escala de 2: 1 cm. O resultado é uma pintura com guache sobre papel paraná de 60cm X 40 cm.












segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Cultura Indígena

Apresentamos aqui o texto encenado pelos alunos do 5º ano 02 no dia 04.12.2013.



       Aventuras de um Caçador
             
            Texto Original de Daniel Munduruku. Adaptação dos alunos do 5º ano e Professor Gildo)
            Personagens:
            Pajé
            Curupira
            Caçador
            Homem 1
            Homem 2
            Homem 3
            Kaká
            Kauã
            Orupadã
            Iauaretê
            Jurandi
            Kainã
            Manuel
            Portugueses
            Índios

            PRELÚDIO

            (Rap do Gabriel e do Natanael)

            Não foi Cabral que descobriu
            O Brasil , o Brasil não descobriu.
            Isso tu podes crer, podes crer.

            Não foi Cabral (4x)

            Ele pegou as terras,pegou as terras
            A terra dos índios, dos índios do Brasil.
            Por que tu achas que ele fez isso?

            Não foi Cabral (4x)

            Cabral pegou a Terra, pegou as terras 
            Mas é a gente que mora nela,
            Nessa terra: Brasil, Brasil

            (Índios vão chegando e sentando em torno do pajé)
           
            PAJÉ ( sentando no banco de tora e as crianças em volta ):Hoje vou contar para vocês , do dia em que o caçador enganou o Curupira. O caçador estava andando, andando pela floresta...
           
            ATO I

            CAÇADOR: (Perambulando pela floresta. Quando percebe já é noite) Tomara que o Curupira não me encontre. Tomara que ele não me encontre. O que vai ser dos meus filhos se esse malvado me encontrar aqui. Vou me esconder aqui. Aqui ele não me encontra...

            (Ouve-se o tum tum tum nas árvores. Farfalhar de folhas. Um vulto aparece e senta-se sobre a raiz da árvore onde o caçador está escondido)

            CURUPIRA: Como você está, meu neto?
            CAÇADOR: Eu estou bem, meu avô?
            CURUPIRA (Fungando e rosnando) :Como é isso, meu neto? No mato até essa hora?
            CAÇADOR: Estou perdido, meu avô...
            CURUPIRA: Você não andou caçando meus animais na floresta, andou?
            CAÇADOR: Eu?! Eu nunca faria uma coisa dessas Eu estou apenas perdido. Fui atravessar o mato e escureceu muito rápido e , aí, eu me perdi.
            CURUPIRA: Ah! Isso é bom meu neto, muito bom. Respeitar os animais é muito bom... Faz quanto tempo que saiu de casa?
            CAÇADOR: No dia que passou...
                                                                                                                                                       CURUPIRA: Acho que realmente você deve estar perdido, pois se fosse um bom caçador não estaria perdido... (Fungando, ) Que cheiro gostoso de carne de macaco!... Estou com muita fome meu neto! Conseguiu alguma caça? Nadinha mesmo!? Seu avô está com fome!...
            CAÇADOR: Não vim caçar, meu avô!...
            CURUPIRA: Então vou ter que comer a sua mão!..
            CAÇADOR( Cortando a mão do macaco e jogando-a para o Curupira): Aiii! Por meu avô faço esse sacrifício..
            CURUPIRA: Gostoso! Agora vou ter que comer sua outra mão, meu neto! Que fome!!!
            CAÇADOR (Cortando a outra mão do macaco e jogando-a para o Curupira): Aiiiiiiiiiiiii!!! Pega, meu avô!!
            CURUPIRA: Humm! Agora eu quero as pernas!...
            CAÇADOR (  Cortando uma perna do macaco e jogando- a para o Curupira): Ahhh!!!
            CURUPIRA (com sofreguidão): A outra também! Eu quero a outra também!!
            CAÇADOR ( Cortando a outra perna do macaco e jogando-a para o Curupira): Eu vou morrer, meu avô!! Eu vou morrer!
            CURUPIRA: Está tudo muito delicioso, meu neto!! Gostinho de macaco!! Mas ainda lhe resta o coração... Pode me dar o coração?!
            CAÇADOR (Extraindo o coração do macaco e entregando-o ao Curupira): Ahhhhhhh!!
            CURUPIRA: Agora estou farto... Como você é bom . meu neto! Como você é bom!! Pode me pedir o que quiser que lhe darei!...
            CAÇADOR: Qualquer coisa?
            CURUPIRA: Pode pedir...
            CAÇADOR: Posso?
            CURUPIRA: Sim!! Você é bom,meu neto!
            CAÇADOR: Vô! Me dá seu coração! Quero seu coração...
            CURUPIRA ( Pegando a faca e enterrando-a no peito): Ahhhh!!! (Morre)
            CAÇADOR ( Pegando o coração do Curupira): Há há há!! Te peguei! (O caçador espera amanhecer)

            ATO II
            (O caçador chegando em casa)
            FILHO 1: Que demora, meu pai! Estamos mortos de fome!...
            CAÇADOR: É?! Mas não peguei nada! As caças estão fugindo de mim!..
            FILHO 2: E por que as caçadas não tem sido boas?
            CAÇADOR: Não sei, meu filho! Acho que é por causa das pontas das flechas. Não consigo acertar nada!
            FILHO 3: Disseram pra nós, meu pai, que osso de Curupira dá uma ponta de flecha muito boa, certeira!

            ATO III
            (O caçador, voltando para a floresta)
            CAÇADOR ( Pegando os ossos do Curupira): Quantas flechas, quantas flechas vou pode fazer...
            CURUPIRA (Levantando-se): Oh, que sono comprido que eu tive. Puxa, meu neto, você ficou aqui esse tempo todo, vigiando meu sono? É bom ter  um neto assim. Agora, vá buscar um pouco de água pra mim que estou morrendo de sede...
            CAÇADOR ( Vai e volta com a água): Tome, meu avô! Beba toda a água!
            CURUPIRA: Peça o que quiser, meu neto! Peça o que quiser...
            CAÇADOR: Vim aqui procurar flechas bem fortes. Preciso dar comida aos meus filhos, mas as minhas flechas estão muito fracas...
            CURUPIRA: Vou lhe dar uma flecha que não erra o alvo nunca, nem quebra! Mas é uma flecha única. Não existe outra igual! (Os dois caminham pela floresta) Eis sua flecha, meu neto. Não revele a ninguém de onde foi tirada, nem quem a fez. Esta flecha é sagrada e não deve ser levada para dentro de casa. Deve ficar no oco dessa árvore. Ela serve só para você. Se outra pessoa usar a flecha ela se transforma numa surucucu e mata a pessoa. Estarei sempre aqui. Quando precisar venha até mim.

            (Caçador passa seguidas vezes com caça abundante)

            HOMEM 1: Isso só pode ser coisa de feitiçaria! Como pode caçar tantos animais?
            HOMEM 2 : Verdade! Até outro dia não passava de um palerma!
            HOMEM 3 : Vai ver que ele tem um trato com o Anhangá!

            CAÇADOR (Aconselhando-se com o Curupira): Os homens da tribo estão me seguindo... Se descobrirem o meu segredo não sei o que faço!...
            CURUPIRA: Não se preocupe, meu neto. Homens adultos não podem entrar nos mistérios da feitiçaria. Basta você dar uma volta e eles ficarão perdidos...

            HOMEM 1: Não é possível! Não conseguimos pegá-lo!
            HOMEM 2: Parece que toma chá de sumiço...
            HOMEM 3: Que tal mandarmos dois curumins para segui-lo...
            HOMEM 1: Ele não vai se importar com duas crianças...
            HOMEM 2: Kauã e Kaká! Venham cá!
            HOMEM 3: Precisamos que sigam aquele homem... e descubram onde esconde seus segredos...
           
            (Os dois garotos seguem o caçador e encontram a flecha)

            KAUÃ: Não vamos contar nada a ninguém...
            KAKÁ(Pegando a flecha): Agora nós seremos os melhores caçadores!! (A flecha vira uma surucucu e Kaká cai morto)
           
            KAUÃ (Chega correndo na aldeia):Surucucu picou meu amigo, surucucu picou meu amigo!!...
            HOMEM2: Como pode? Aqui perto, uma surucucu?
            KAUÃ: A flecha virou cobra! A Flecha virou cobra!

            ATO IV

            PAJÉ: Mas ninguém acreditou na história do menino... Só o caçador sabia o que tinha acontecido... Todos ficaram tristes... Por isso se alguém encontrar uma flecha escondida...

            (Orupadã chega correndo na tribo.)
            ORUPADÃ:Intrusos!! Intrusos!!
            IAUARETÊ:Onde?
            Orupadã: Na praia.
            KAINÃ:Como eles são?
            ORUPADÃ: Ah! São homens brancos, o corpo coberto por panos e trazem canoas gigantes...
            PAJÉ: Vamos nos preparar para defendermos a aldeia!
            (Kainã sai escondido. Jurandi vai atrás) (Tribo dança )
           
            (Na praia)
            MANUEL:Vamos! Andem! Vamos atacar!
           
            (Kaynã caminha pela floresta e de repente: CABUUM! )

            JURANDI (voltando a tribo): Mataram Kainã. Mataram Kainã!..(Os dois e mais os homens, com arco e flecha, saem para proteger a sua tribo).
            Manuel e seus homens, com espadas e armas de fogo, entraram pela floresta.
            ORUPADÃ: Fiuuuu! (Os índios atacaram de surpresa.)
            MANUEL: ATACAR!!!
            ORUPADÃ: Vamos!!!
            (Trava-se um combate. Quase todos os índios caem mortos)

         (Música “Todo dia era dia de índio!”)

terça-feira, 21 de maio de 2013

Textos de alunos

Os textos abaixo foram elaborados de forma semelhante aos anteriores. A temática do momento era a cultura indígena e as questões socias resultantes do processo de ocupação do território brasileiro que se deu a partir do ano de 1500.

                                                                  Texto 1
Portugueses vs índios

(Yuri Fellipe do Nascimento Gelinski)

 

         Em uma tribo, viviam três fortes índios: Orupadã, Iauaretê e Kaynã.

         Orupadã, o  líder do grupo , muito esperto, saiu para caçar e viu várias coisas enormes de madeira. Eram navios portugueses.

         Orupadã foi correndo para a tribo pancararu. Chegando lá, avisou a todos, gritando:

         - Intrusos!! Intrusos!!

         - Onde? -Perguntou Iauaretê.

         - Na praia.

         - Como eles são? - Quis saber Kaynã.

         - Ah! São homens brancos, o corpo coberto por panos e trazem canoas gigantes...

         - Vamos nos preparar para defendermos a aldeia! -Aconselhou o pajé.

         Na praia, Manuel, líder dos portugueses, ordenava aos seus homens:

         -Vamos! Andem! Vamos atacar!

         Kaynã não confiava em Orupadã e nem em Iauaretê. Então, foi lá ver. Só que ele também  estava sendo espionado  por Jurandi, filho de Orupadã.

         Kaynã caminhava pela floresta e de repente: CABUUM! Caiu e não acordou mais.

         Jurandi voltou correndo e avisou Orupadã  e Iauaretê. Os dois e mais os homens, com arco e flecha, foram proteger a sua tribo.

         Manuel e seus homens, com espadas e armas de fogo, entraram pela floresta.

         Orupadã assoviou:

         - Fiuuuu!

         Os índios atacaram de surpresa.

         Manuel ordenou:

         - ATACAR!!!

         Orupadã gritou para seus homens:

         - Vamos!!!

         BLAM!!! BUM!!! CLAS!!!

         E como era de se imaginar, os índios perderam. Os portugueses ganharam. E fizeram alguns  índios de escravos.


                                                               Texto 2

O indiozinho que conheceu a Mãe d'Água

 

            Um indiozinho chamado Karijé foi brincar com seus amigos e disse:

            - Karé, vamos brincar no rio?

            - Vamos!

            No meio do caminho, o Kuru estava brincando.

            - Oi, amigos! - Disse ele.

            - Oi, Kuru!

            - Nós estamos indo ao rio. - Convidou Karijé.

            - Posso ir junto com vocês?

            - Sim! Vamos.

            - Vamos apostar corrida? - Disse Karé, desafiando seus amigos.

            - Sim! Vamos no três: 1, 2, 3 e já.

            Enquanto eles corriam, uma mulher os via  de dentro da água.

            Eles gostavam de  brincar na pedra, no meio do rio.

            Karé disse:

            - Vamos nadar até a cachoeira.

            Como Karé era competitivo, ele sempre fazia isso. Mas ele nunca falara em nadar no rio e competir até a cachoeira.

            Karijé disse:

            - Melhor não! Eu não sei nadar!

            - Eu te ensino, amigo. - Disse Karé.

            - Está bem!

            - Isso amigo, continue assim!- Encorajou Karé.

            - Vamos lá?- Perguntou Kuru. - Estão prontos?

            - Estamos, sim.

            - No três: 1, 2, 3 e já. - Contou Kuru, dando a partida.

            Eles mergulharam no rio.

            Quase no fim da corrida, Karijé disse:

            - Vamos parar. A correnteza vai nos levar!

            - Nade contra a correnteza! - Gritou Kuru.

            - Não consigo! É forte demais! - Respondeu Karijé.

            - Amigo, vem!- Pediu agoniado o Karé.

            - Não dá mais!

            - Nãooooooooo!!! - Desesperou-se Karé.

            - Nãooo!

            Karijé caiu da cachoeira e desmaiou.  Kuru e Karé voltaram para a aldeia para avisar os outros.

            Karijé acordou tonto, preso em uma pedra.

            Viu uma mulher saindo da água e vindo em sua direção. Ela o pegou e ajudou-o a voltar para a margem. 

            -Onde estou?Quem é você? Qual o seu nome? - Perguntou Karijé.

            -Eu sou a Mãe d'Água. Eu estava observando vocês bem de perto. Primeiro você precisa saber nadar para depois competir.

            E sumiu entre as águas.

            Karijé acampou num lugar e esperou a sua família chegar.

            Seu pai com os homens da aldeia chegaram um dia depois. Voltaram pela mata.

            Quando a sua mãe o viu, correu e o abraçou:

            - Filho, você está bem?

            - Sim, mãe.

            - Nunca mais faça isso!

            - Sim, mãe.

            Naquele dia a mãe de Karijé fez um bolo de milho saboroso.

 

            Autor: Erick Felliphe Erdmann

 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Adugo no "Arraiá"

Na sexta-feira 13, aconteceu a "Festa Junina" para os alunos da E.M.E.F Ribeirão Cavalo.
A programação da festa abrangeu as três últimas aulas.

Nas duas primeiras, os alunos dos 5º anos organizaram o campeonato de Adugo. O campeonato foi organizado com regulamento, tudo certinho...
O resultado foi ver os "caipiras" jogando adugo!






Os vencedores do turno matutino foram Josué (9 vitórias),  Escheley (7 vitórias) e Lincoln (7 vitórias).


Os vencedores do turno vespertino foram Camila (9 vitórias), Thaís (8 vitórias) e Abner (8 vitórias).
Ficaremos devendo a foto dos vencedores, infelizmente.



Para agosto está programado um intercâmbio com os alunos do 4º ano que desenvolveram um projeto sobre a bola de gude. O Professor Egon, de Ed. Física, está articulando o encontro.