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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Poema de aluno

Aqui está um poema escrito por um aluno para contar um pouco da história da sua família:


Eu e minha família
Eu sou o Gabriel
Que adora pastel.
Meu pai é Giovani
Que gosta de panetone.
Minha mãe é a Simone
Que come queijo provolone.
Nasci em 24 de setembro,
Dois meses antes de novembro.
Sou neto do Hilario
Que sobe no armário.
Minha vó é Izadir
Que me faz sorrir.
Eu estudo de manhã,
De tarde fico com minha irmã.
(Autor: Gabriel Pereira)

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Visita ao bairro Nereu Ramos

Os alunos do 5º ano da EMEF Ribeirão Cavalo visitaram o bairro vizinho, Nereu Ramos.




1. Exposição Fotográfica Pe. Aloísio Boeing, personagem histórico local (as ações das pessoas como agentes de transformação do local onde vivem):


2. Rio Itapocu ( Caminho do Peabiru, captação de água para Jaraguá do Sul, enchentes, turismo):
 



3.Desenvolvimento:

Prédio da antiga Cerealista Zanghelini

Hoje, associada à Lunelli

4.História:

Estrada de Ferro São Francisco - Mafra

Antiga Estação Ferroviária de Retorcida (hoje, Nereu Ramos)

Púlpito da Igreja Nossa Senhora do Rosário

5.Arquitetura:



Igreja Nossa Senhora do Rosário
Interior da Igreja

Imigração italiana.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Cultura Indígena

Apresentamos aqui o texto encenado pelos alunos do 5º ano 02 no dia 04.12.2013.



       Aventuras de um Caçador
             
            Texto Original de Daniel Munduruku. Adaptação dos alunos do 5º ano e Professor Gildo)
            Personagens:
            Pajé
            Curupira
            Caçador
            Homem 1
            Homem 2
            Homem 3
            Kaká
            Kauã
            Orupadã
            Iauaretê
            Jurandi
            Kainã
            Manuel
            Portugueses
            Índios

            PRELÚDIO

            (Rap do Gabriel e do Natanael)

            Não foi Cabral que descobriu
            O Brasil , o Brasil não descobriu.
            Isso tu podes crer, podes crer.

            Não foi Cabral (4x)

            Ele pegou as terras,pegou as terras
            A terra dos índios, dos índios do Brasil.
            Por que tu achas que ele fez isso?

            Não foi Cabral (4x)

            Cabral pegou a Terra, pegou as terras 
            Mas é a gente que mora nela,
            Nessa terra: Brasil, Brasil

            (Índios vão chegando e sentando em torno do pajé)
           
            PAJÉ ( sentando no banco de tora e as crianças em volta ):Hoje vou contar para vocês , do dia em que o caçador enganou o Curupira. O caçador estava andando, andando pela floresta...
           
            ATO I

            CAÇADOR: (Perambulando pela floresta. Quando percebe já é noite) Tomara que o Curupira não me encontre. Tomara que ele não me encontre. O que vai ser dos meus filhos se esse malvado me encontrar aqui. Vou me esconder aqui. Aqui ele não me encontra...

            (Ouve-se o tum tum tum nas árvores. Farfalhar de folhas. Um vulto aparece e senta-se sobre a raiz da árvore onde o caçador está escondido)

            CURUPIRA: Como você está, meu neto?
            CAÇADOR: Eu estou bem, meu avô?
            CURUPIRA (Fungando e rosnando) :Como é isso, meu neto? No mato até essa hora?
            CAÇADOR: Estou perdido, meu avô...
            CURUPIRA: Você não andou caçando meus animais na floresta, andou?
            CAÇADOR: Eu?! Eu nunca faria uma coisa dessas Eu estou apenas perdido. Fui atravessar o mato e escureceu muito rápido e , aí, eu me perdi.
            CURUPIRA: Ah! Isso é bom meu neto, muito bom. Respeitar os animais é muito bom... Faz quanto tempo que saiu de casa?
            CAÇADOR: No dia que passou...
                                                                                                                                                       CURUPIRA: Acho que realmente você deve estar perdido, pois se fosse um bom caçador não estaria perdido... (Fungando, ) Que cheiro gostoso de carne de macaco!... Estou com muita fome meu neto! Conseguiu alguma caça? Nadinha mesmo!? Seu avô está com fome!...
            CAÇADOR: Não vim caçar, meu avô!...
            CURUPIRA: Então vou ter que comer a sua mão!..
            CAÇADOR( Cortando a mão do macaco e jogando-a para o Curupira): Aiii! Por meu avô faço esse sacrifício..
            CURUPIRA: Gostoso! Agora vou ter que comer sua outra mão, meu neto! Que fome!!!
            CAÇADOR (Cortando a outra mão do macaco e jogando-a para o Curupira): Aiiiiiiiiiiiii!!! Pega, meu avô!!
            CURUPIRA: Humm! Agora eu quero as pernas!...
            CAÇADOR (  Cortando uma perna do macaco e jogando- a para o Curupira): Ahhh!!!
            CURUPIRA (com sofreguidão): A outra também! Eu quero a outra também!!
            CAÇADOR ( Cortando a outra perna do macaco e jogando-a para o Curupira): Eu vou morrer, meu avô!! Eu vou morrer!
            CURUPIRA: Está tudo muito delicioso, meu neto!! Gostinho de macaco!! Mas ainda lhe resta o coração... Pode me dar o coração?!
            CAÇADOR (Extraindo o coração do macaco e entregando-o ao Curupira): Ahhhhhhh!!
            CURUPIRA: Agora estou farto... Como você é bom . meu neto! Como você é bom!! Pode me pedir o que quiser que lhe darei!...
            CAÇADOR: Qualquer coisa?
            CURUPIRA: Pode pedir...
            CAÇADOR: Posso?
            CURUPIRA: Sim!! Você é bom,meu neto!
            CAÇADOR: Vô! Me dá seu coração! Quero seu coração...
            CURUPIRA ( Pegando a faca e enterrando-a no peito): Ahhhh!!! (Morre)
            CAÇADOR ( Pegando o coração do Curupira): Há há há!! Te peguei! (O caçador espera amanhecer)

            ATO II
            (O caçador chegando em casa)
            FILHO 1: Que demora, meu pai! Estamos mortos de fome!...
            CAÇADOR: É?! Mas não peguei nada! As caças estão fugindo de mim!..
            FILHO 2: E por que as caçadas não tem sido boas?
            CAÇADOR: Não sei, meu filho! Acho que é por causa das pontas das flechas. Não consigo acertar nada!
            FILHO 3: Disseram pra nós, meu pai, que osso de Curupira dá uma ponta de flecha muito boa, certeira!

            ATO III
            (O caçador, voltando para a floresta)
            CAÇADOR ( Pegando os ossos do Curupira): Quantas flechas, quantas flechas vou pode fazer...
            CURUPIRA (Levantando-se): Oh, que sono comprido que eu tive. Puxa, meu neto, você ficou aqui esse tempo todo, vigiando meu sono? É bom ter  um neto assim. Agora, vá buscar um pouco de água pra mim que estou morrendo de sede...
            CAÇADOR ( Vai e volta com a água): Tome, meu avô! Beba toda a água!
            CURUPIRA: Peça o que quiser, meu neto! Peça o que quiser...
            CAÇADOR: Vim aqui procurar flechas bem fortes. Preciso dar comida aos meus filhos, mas as minhas flechas estão muito fracas...
            CURUPIRA: Vou lhe dar uma flecha que não erra o alvo nunca, nem quebra! Mas é uma flecha única. Não existe outra igual! (Os dois caminham pela floresta) Eis sua flecha, meu neto. Não revele a ninguém de onde foi tirada, nem quem a fez. Esta flecha é sagrada e não deve ser levada para dentro de casa. Deve ficar no oco dessa árvore. Ela serve só para você. Se outra pessoa usar a flecha ela se transforma numa surucucu e mata a pessoa. Estarei sempre aqui. Quando precisar venha até mim.

            (Caçador passa seguidas vezes com caça abundante)

            HOMEM 1: Isso só pode ser coisa de feitiçaria! Como pode caçar tantos animais?
            HOMEM 2 : Verdade! Até outro dia não passava de um palerma!
            HOMEM 3 : Vai ver que ele tem um trato com o Anhangá!

            CAÇADOR (Aconselhando-se com o Curupira): Os homens da tribo estão me seguindo... Se descobrirem o meu segredo não sei o que faço!...
            CURUPIRA: Não se preocupe, meu neto. Homens adultos não podem entrar nos mistérios da feitiçaria. Basta você dar uma volta e eles ficarão perdidos...

            HOMEM 1: Não é possível! Não conseguimos pegá-lo!
            HOMEM 2: Parece que toma chá de sumiço...
            HOMEM 3: Que tal mandarmos dois curumins para segui-lo...
            HOMEM 1: Ele não vai se importar com duas crianças...
            HOMEM 2: Kauã e Kaká! Venham cá!
            HOMEM 3: Precisamos que sigam aquele homem... e descubram onde esconde seus segredos...
           
            (Os dois garotos seguem o caçador e encontram a flecha)

            KAUÃ: Não vamos contar nada a ninguém...
            KAKÁ(Pegando a flecha): Agora nós seremos os melhores caçadores!! (A flecha vira uma surucucu e Kaká cai morto)
           
            KAUÃ (Chega correndo na aldeia):Surucucu picou meu amigo, surucucu picou meu amigo!!...
            HOMEM2: Como pode? Aqui perto, uma surucucu?
            KAUÃ: A flecha virou cobra! A Flecha virou cobra!

            ATO IV

            PAJÉ: Mas ninguém acreditou na história do menino... Só o caçador sabia o que tinha acontecido... Todos ficaram tristes... Por isso se alguém encontrar uma flecha escondida...

            (Orupadã chega correndo na tribo.)
            ORUPADÃ:Intrusos!! Intrusos!!
            IAUARETÊ:Onde?
            Orupadã: Na praia.
            KAINÃ:Como eles são?
            ORUPADÃ: Ah! São homens brancos, o corpo coberto por panos e trazem canoas gigantes...
            PAJÉ: Vamos nos preparar para defendermos a aldeia!
            (Kainã sai escondido. Jurandi vai atrás) (Tribo dança )
           
            (Na praia)
            MANUEL:Vamos! Andem! Vamos atacar!
           
            (Kaynã caminha pela floresta e de repente: CABUUM! )

            JURANDI (voltando a tribo): Mataram Kainã. Mataram Kainã!..(Os dois e mais os homens, com arco e flecha, saem para proteger a sua tribo).
            Manuel e seus homens, com espadas e armas de fogo, entraram pela floresta.
            ORUPADÃ: Fiuuuu! (Os índios atacaram de surpresa.)
            MANUEL: ATACAR!!!
            ORUPADÃ: Vamos!!!
            (Trava-se um combate. Quase todos os índios caem mortos)

         (Música “Todo dia era dia de índio!”)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Paródias

Veja as paródias feitas coletivamente para o Projeto "Se essa rua fosse minha":

Minha rua melhor
(5º 01)

Nesta rua, nesta rua tem um trânsito
Que está, que está nada legal;
Tem carro, tem moto e tem pessoas
Que estão, que estão agindo mal.

Meu amigos, meus amigos vamos lá!
Atenção! Atenção! Mais consciente!
Evitando, evitando a distração
Pra viver, pra viver bem mais contente.

Se essa rua, se essa rua fosse minha
Eu iria, eu iria cuidar mais.
Com ajuda, com ajuda dos amigos
Mais amor, mais carinho, muita paz.


Eu mandava melhorar
(5º 02)

Nesta rua, nesta rua tem uma escola
Que se chama, que se chama Ribeirão.
As crianças, as crianças entram nela
E começa, e começa a educação.

Quando toca, quando toca o sinal
Muitos carros, muitos carros a passar.
Tem criança, tem criança nesta rua
Que atravessa, que atravessa sem olhar.

Se esta rua, se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava melhorar.
Com respeito, com carinho e atenção
Pra ninguém, pra ninguém se machucar.



terça-feira, 10 de setembro de 2013

O Trânsito no Bairro

Decorrente das discussões da Cartilha "Se esta rua fosse minha", os alunos do 5º ano realizaram uma caminhada pelas ruas Francisco Gretter, Ermelina Trentini Menel e Paulo Voltolini. Na caminhada aconteceram orientações de como agir no trânsito, a visualização de situações e dificuldades e o registro fotográfico de aspectos relacionados ao tema.
Em sala de aula, com orientação do professor, foi elaborado um relatório apontando problemas e sugerindo melhorias.
O relatório está sendo encaminhado para o Presidente da APP da EMEF Ribeirão Cavalo ( Sr. Joceli Uliano) , para o Presidente da Associação de Moradores ( Sr. Paulo Sérgio de Oliveira) , para o Vereador Pedro Garcia ( padrinho da UE no Projeto Vereador Mirim) e para o Diretor de Trânsito e Transporte da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul ( Sr. Rogério Luiz Kumlehn )


Obstáculos na "calçada" e acostamento estreito.

Ausência de faixas para pedestres.

Abrigos para usuários do transporte público mal conservados.


Alunos assinando o relatório.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Imigração Açoriana - Textos

A literatura pode ser uma boa forma de vivenciar um fato. Quando estudamos a imigração açoriana, os alunos foram convidados a escrever um texto literário ambientado neste episódio da História de Santa Catarina. Os textos foram  lidos em sala. Dois foram escolhidos e e trabalhados em sala. Veja como ficaram:


Uma história
dos açorianos
( Késia de Souza Todão Lima)

    Olá! Meu nome é Mateus. Eu vou contar uma história sobre a minha origem. Meus tataravós contaram para meus avós que contaram para mim.
    Um dia, num terreno muito grande,com plantação de cana e gado, na Ilha de Açores, havia muitas pessoas. Pessoas trabalhadoras, que ganhavam míseros centavos para sustentar a família. Meus tataravós eram crianças.
    Não tinham terra nem casa e a comida era pouca. De repente, apareceu um mensageiro que disse:
    -Meu patrão me enviou e me mandou dizer: “- Eu ofereço abrigo, comida e dinheiro.” - Se vocês vierem para Santa Catarina, não vão precisar ir para o exército, vão ganhar bastante dinheiro, vão ter muita comida e nem vão precisar pagar impostos!
    -Mas como nós vamos pagar o navio?
    -A passagem é por conta da casa!
    -E o dindim? Quando vão dar o dinheiro?
    -Quando chegarmos lá! -Disse o mensageiro todo contente.
    -À noite, o navio estará no porto, saindo! -Falou o Capitão do navio.
    Todos que estavam lá concordaram. No navio, foram cem pessoas.
    Passaram por muitas dificuldades. Todos comeram peixe cru, tomaram água podre, comeram bolacha bichada... O Capitão, o mensageiro e os seus capangas, é claro, comiam comida fresquinha.
    Muitos morreram. A irmã da minha tataravó, em um certo dia, ficou muito doente. Jogaram o corpo dela no mar; ainda viva!
    Ao chegarem aqui, na Ilha de Santa Catarina, não encontraram nada do que foi prometido.
    Descobriram que o Capitão e o mensageiro mentiram. Apareceu o Senhor das terras que falou:
    - Se vocês querem viver, vocês terão que trabalhar para mim.
Todos tiveram que aceitar.
    Passaram muitos anos, e na época da colheita eles guardavam um pouco para si. Guardavam farinha, açúcar, milho, feijão, carne seca...
    Aos poucos, conseguiram fazer suas casinhas, ter sua terrinha, ter suas coisas.
    Começou a surgir uma nova cidade.
    Foi nessa cidade que eu e meus irmãos nascemos.
  E outras cidades também surgiram e Santa Catarina virou esse lugar maravilhoso.


De Açores para Santa Catarina
(Julio Charles Buenos Bez)

   Em 1739 o Brigadeiro José da Silva Paes assumiu o governo da Capitania de Santa Catarina.
     Faltavam trabalhadores, os piratas invadiam o seu território, não havia mulheres, os espanhóis tentavam dominar esse espaço. A situação era difícil.
     O Brigadeiro teve uma ideia:
   -Vou mandar um navio para Açores e trazer muitas pessoas para construir uma civilização!
    Pagou o Capitão Sebastião Cabral que partiu para Açores oferecer trabalho e muita terra para aquele povo.
     Levou consigo o braço direito do Brigadeiro, Luís Antônio da Gama e vários capachos.
     Chegaram e viram os açorianos trabalhando muito, muito mesmo.
     Na saída do trabalho, Luís Antônio da Gama falou:
    -Vocês querem ir para Santa Catarina? Ganhar muito dinheiro, sem precisar trabalhar?
Muitos aceitaram.
    -Vamos aceitar! - Disse João Emanuel da Silva,um viúvo que se esforçava muito para conseguir seus alimentos.
    -Não pai! - Disse Diego! - É tudo mentira, não acredita nele!
    -Eu vou! Se você quiser ficar, fica.
    -Está bem, eu fico.
    Então João Emanuel e muitos outros partiram. Diego, seu único filho, não aceitou o convite.
    Viajaram por muito tempo.
    O homem estava ansioso para chegar e também com fome.
    -Chegamos! -Disse Roberto, primo de João Emanuel.
    O Capitão deu ordens:
   -Desçam do navio! Agora! E comecem a trabalhar!
    Os açorianos desceram. Estavam famintos e arrependidos, mas ainda tinham esperança de conseguir uma boa terra.
    João Emanuel olhou em volta de si e não viu nada do que fora prometido.
    João Emanuel perguntou:
    -Cadê as casas? Onde vamos dormir?
    -Vocês vão dormir no mato! -Disse o capitão, indo embora.
    Tiveram uma grande decepção.
   Lutaram e trabalharam muito pra conseguir comida. Muitos morreram de cansaço, outros de fome, desidratados...
    Nem todos morreram!
    O filho, com saudade do pai, embarcou também.
    Alguns meses depois encontrou seu pai doente e desanimado.
    -Filho,por que você veio aqui?
    - Vim aqui para te salvar!

sábado, 4 de agosto de 2012

.... Grandes histórias na FETAE

             O Projeto "Pequenos objetos, grandes histórias" está na  FETAE - Feira de Tecnologias Aplicadas à Educação da Secretaria Municipal de Educação de Jaraguá do Sul que acontece dias 14 e 15 de agosto na Católica de Santa Catarina.

A partir de questionamentos como Quem faz a História? Como se faz a História? Quem escreve a História? Como os arqueólogos sabem como viveram os povos antigos? os alunos foram levados a pensar sobre o processo de construção e registro da História.

Os alunos foram convidados a revisitar seu baú particular e escolher um objeto que fizesse parte de seu passado  registrando as histórias relacionadas a ele. Os alunos deveriam redigir um texto ( poderia ser literário, narrativo , descritivo...) que seria exposto juntamente com o objeto.

Os textos apresentados pelos alunos, mesmo depois de serem passados a limpo, não ficaram bons esteticamente.

Então, o trabalho foi escolhido pra trabalhar digitação, edição e arquivo de documentos no computador além de fazer uma apresentação adequada das histórias.

O trabalho foi bastante demorado devido  às dificuldades de digitação  e
correção dos textos (para o qual , além dos monitores, a ajuda da supervisora Andrea foi necessária) além do reduzido conhecimento em informática por parte dos alunos.

Os alunos bateram fotos (cada um com seu objeto) e fizemos uma gravação de áudio no qual cada aluno deveria caracterizar, em uma frase, o seu trabalho.

Os textos foram apresentados de três formas:

              1- o texto digitado acompanhou o objeto na socialização do trabalho no corredor ao lado da sala;

              2 - para arquivo no caderno foi inserida a foto ou outra ilustração;

                       3 - para apresentação digital, foi excluído o cabeçalho.

Com as fotos e o áudio gravado foram elaborados dois vídeos: uma para cada turma.

Percebem-se evoluções significativas em três aspectos: no uso do computador, na valorização da história pessoal e no compromisso na participação das atividades.