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| 7ª Feira do Livro - 2013 |
Este blog mostra um pouco de mim, coisas que estou fazendo. Auxilia na orientação e divulgação dos trabalhos dos meus alunos. Sinta-se à vontade para comentar, sugerir, perguntar... Obrigado pela visita!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Textos de alunos
Os textos abaixo foram elaborados de forma semelhante aos anteriores. A temática do momento era a cultura indígena e as questões socias resultantes do processo de ocupação do território brasileiro que se deu a partir do ano de 1500.
Texto 1
Texto 2
Texto 1
Portugueses vs índios
(Yuri Fellipe do Nascimento Gelinski)
Em
uma tribo, viviam três fortes índios: Orupadã, Iauaretê e Kaynã.
Orupadã,
o líder do grupo , muito esperto, saiu
para caçar e viu várias coisas enormes de madeira. Eram navios portugueses.
Orupadã
foi correndo para a tribo pancararu. Chegando lá, avisou a todos, gritando:
-
Intrusos!! Intrusos!!
-
Onde? -Perguntou Iauaretê.
-
Na praia.
-
Como eles são? - Quis saber Kaynã.
-
Ah! São homens brancos, o corpo coberto por panos e trazem canoas gigantes...
-
Vamos nos preparar para defendermos a aldeia! -Aconselhou o pajé.
Na
praia, Manuel, líder dos portugueses, ordenava aos seus homens:
-Vamos!
Andem! Vamos atacar!
Kaynã
não confiava em Orupadã e nem em Iauaretê. Então, foi lá ver. Só que ele
também estava sendo espionado por Jurandi, filho de Orupadã.
Kaynã
caminhava pela floresta e de repente: CABUUM! Caiu e não acordou mais.
Jurandi
voltou correndo e avisou Orupadã e
Iauaretê. Os dois e mais os homens, com arco e flecha, foram proteger a sua
tribo.
Manuel
e seus homens, com espadas e armas de fogo, entraram pela floresta.
Orupadã
assoviou:
-
Fiuuuu!
Os
índios atacaram de surpresa.
Manuel
ordenou:
-
ATACAR!!!
Orupadã
gritou para seus homens:
-
Vamos!!!
BLAM!!!
BUM!!! CLAS!!!
E
como era de se imaginar, os índios perderam. Os portugueses ganharam. E fizeram
alguns índios de escravos.
Texto 2
O indiozinho que conheceu a Mãe d'Água
Um
indiozinho chamado Karijé foi brincar com seus amigos e disse:
-
Karé, vamos brincar no rio?
-
Vamos!
No
meio do caminho, o Kuru estava brincando.
-
Oi, amigos! - Disse ele.
-
Oi, Kuru!
-
Nós estamos indo ao rio. - Convidou Karijé.
-
Posso ir junto com vocês?
-
Sim! Vamos.
-
Vamos apostar corrida? - Disse Karé, desafiando seus amigos.
-
Sim! Vamos no três: 1, 2, 3 e já.
Enquanto
eles corriam, uma mulher os via de
dentro da água.
Eles
gostavam de brincar na pedra, no meio do
rio.
Karé
disse:
-
Vamos nadar até a cachoeira.
Como
Karé era competitivo, ele sempre fazia isso. Mas ele nunca falara em nadar no
rio e competir até a cachoeira.
Karijé
disse:
-
Melhor não! Eu não sei nadar!
-
Eu te ensino, amigo. - Disse Karé.
-
Está bem!
-
Isso amigo, continue assim!- Encorajou Karé.
-
Vamos lá?- Perguntou Kuru. - Estão prontos?
-
Estamos, sim.
-
No três: 1, 2, 3 e já. - Contou Kuru, dando a partida.
Eles
mergulharam no rio.
Quase
no fim da corrida, Karijé disse:
-
Vamos parar. A correnteza vai nos levar!
-
Nade contra a correnteza! - Gritou Kuru.
-
Não consigo! É forte demais! - Respondeu Karijé.
-
Amigo, vem!- Pediu agoniado o Karé.
-
Não dá mais!
-
Nãooooooooo!!! - Desesperou-se Karé.
-
Nãooo!
Karijé
caiu da cachoeira e desmaiou. Kuru e
Karé voltaram para a aldeia para avisar os outros.
Karijé
acordou tonto, preso em uma pedra.
Viu
uma mulher saindo da água e vindo em sua direção. Ela o pegou e ajudou-o a
voltar para a margem.
-Onde
estou?Quem é você? Qual o seu nome? - Perguntou Karijé.
-Eu
sou a Mãe d'Água. Eu estava observando vocês bem de perto. Primeiro você
precisa saber nadar para depois competir.
E
sumiu entre as águas.
Karijé
acampou num lugar e esperou a sua família chegar.
Seu
pai com os homens da aldeia chegaram um dia depois. Voltaram pela mata.
Quando
a sua mãe o viu, correu e o abraçou:
-
Filho, você está bem?
-
Sim, mãe.
-
Nunca mais faça isso!
-
Sim, mãe.
Naquele
dia a mãe de Karijé fez um bolo de milho saboroso.
Autor:
Erick Felliphe Erdmann
Releituras de Chapeuzinho Vermelho
Apresentamos dois textos elaborados a partir da História da Chapeuzinho Vermelho e algumas releituras. Os textos são de autoria de alunos e foram reescritos em sala com discussões em torno da ortografia, pontuação, coerência e coesão.
Autor: Kauan
Ferreira da Silva
Cindy Partala
Era uma tarde bem linda. Uma menina bem
carinhosa estava brincando no jardim de
sua casa. De repente, sua mãe chama:
Texto 1
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez,
uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho.
A mãe de
Chapeuzinho Vermelho chamou-a e disse:
- Chapeuzinho,
Chapeuzinho!
- Que, mamãe?
- Leve essa
cesta cheia de morangos frescos para a sua vó!
- Tá bem,
mamãe.
Chapeuzinho
pegou a cesta e partiu. Cantava assim:
- Pela estrada
a fora, eu vou bem contente, levar os morangos para a vovozinha.
Então,
o lobo saiu detrás de uma moita e disse:
- O que tem dentro
dessa cesta?
- Morangos
frescos. -Disse a Chapeuzinho Vermelho.
E o lobo diz:
- Para mim!?
- Não! É para
minha vó que mora lá no meio da floresta.
- Está vendo
aquela trilha ali!? Também dá na casa de sua vó. Ela é um pouco mais longa, mas está cheia de sementes de
morango. Você pode pegar algumas sementes para sua vó.
- Está bem!
Muito obrigada! Xau.
Chapeuzinho
cantava:
- Pela estrada
fora, eu vou bem contente, levar esses morangos para vovozinha.
O
lobo chegou na casa da vovó.
-
Toc, toc, toc.
- Quem é?
- Sou sua
netinha. - Falou o lobo, disfarçando a voz.
- Entre!
Quando a vovó
disse “entre!”, o lobo rapidamente pulou na cama da vovó. Só que ela rolou e
caiu no chão. Debaixo da cama dela tinha uma espingarda. Já estava carregada.
Então, a vovó
apontou para o lobo e disse:
- Mãos para o
alto.
O lobo levantou
as mãos, a vovó amarrou as mãos do lobo e esperou a Chapeuzinho Vermelho.
- Toc, toc,
toc.
- Quem é?
- Sou eu, sua
netinha!
- Entre!
- O que é isso,
vovó?!
- Olhe o que eu
peguei; o danado do lobo que vive me perturbando de noite.
- Vó, meus
parabéns! Então, vamos comemorar com morangos fresquinhos.
- Sim.
Elas ficaram
muito felizes.
O lobo ficou
assistindo as duas comemorando.
A vovó fez um
acordo com ele:
- Nunca mais me
perturbe!
O lobo
concordou e a vovó soltou o danado do lobo.
Texto 2
Chapeuzinho Rosa
- Chapeuzinho Rosa, vem aqui, por favor.
E ela foi.
- Leve esta torta de morangos.
E ela respondeu:
- Sim, mãe! Pode deixar que eu levo,
com todo prazer.
E assim Chapeuzinho Rosa foi pegar uma
cesta para levar a torta de morangos para a sua vó.
Para ir na casa de sua vó, ela tinha que
passar por uma floresta muito perigosa.
Antes de partir, a mãe dela falou:
- Vá direto para a casa da sua vó. Não
pare no caminho e não fale com estranhos.
Assim a chapeuzinho Rosa prosseguiu.
No meio do caminho, ela parou para
ajudar uma veadinha que estava chorando.
Ela perguntou à veadinha:
- Por que está chorando?
- É que a minha mãe vai fazer
aniversário. Eu não tenho nada para dar para ela.
- Nem um presente?!... Tenho uma ideia!
-Disse Chapeuzinho Rosa. -Pegue um pouco de rosas, ela vai gostar.
E depois, a Chapeuzinho Rosa pegou umas
flores para sua vó.
Assim, ela prosseguiu e chegou na casa
da sua vó. Comeram a torta, juntas.
Olá!
Estamos retomando as publicações do blog. Neste ano com publicações de duas turmas de 5º ano da E.M.E.F. Ribeirão Cavalo, que atende as comunidades do Ribeirão Cavalo e do Braço do Ribeirão Cavalo, Jaraguá do Sul - SC.
Para nós são importantes as visitas, sugestões, questionamentos, críticas, incentivos e tudo maisque consigamos partilhar neste espaço.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Cadeia Alimentar - textos
O conceito de cadeia alimentar serviu para ambientar textos produzidos pelos alunos. Aqui, dois textos que foram escolhidos e retrabalhados em sala de aula:
Animais
famintos
(Thiago
Brussecke Pires)
Era
uma vez, em um belo dia de sol, uma minhoquinha, toda feliz, que
estava comendo pedacinhos de grama. Atrás dela, chegou um pássaro
faminto.
Nem
percebeu e já estava morta.
O
pássaro saiu, todo contente, com seu almoço.
Estava
distraído, pousado num galho... A cobra subiu na árvore e percebeu
o pássaro distraído. Deu o bote. Ele tentou voar, mas não deu
tempo. A cobra foi muito rápida.
A
cobra estava voltando para casa. Havia um gavião que voava por ali.
Perto de casa, o gavião agarrou-a.
Levou
a cobra para seu esconderijo e comeu-a.
Então,
muitos anos se passaram. O gavião morreu. Os microrganismos
fizeram a festa.
Cuidado
com o veneno!
(Peter
Riley da Silva)
Era
uma vez, uma planta que estava começando a crescer, mas veio um
gafanhoto e comeu a planta.
O
sapo que viu o gafanhoto devorar a plantinha perguntou:
- Por
que você comeu a pobre plantinha?
- Porque
eu estava com muita fome. E a minha comida para o inverno acabou!
O
sapo não entendendo a história falou:
- Mas
como acabou, se nem chegou o inverno?
O
gafanhoto com vergonha respondeu:
- A
fome era muita.
O
sapo que também estava de barriga vazia, mal esperou o gafanhoto
falar e comeu o pobrezinho.
O
sapo, satisfeito, continuou a pular.
A
cobra chegou de mansinho:
- Por
que você comeu o pequeno gafanhoto?
-
Minha barriga estava roncando...
A
cobra que estava fraca de fome, nem esperou e deu o bote.
Depois
de comer o enorme sapo, começou a sentir-se mal.
Enfraqueceu
e morreu.
Eu
sei o porque da morte. Morreu por causa do enorme sapo venenoso.
Assim termina a história.
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